Feiras livres, pandemia e hábitos alimentares: um estudo de caso em Medina, Vale do Jequitinhonha mineiro

dc.creatorLoren Michelle Cardoso Silva
dc.creatorVitória Emanuelly Souza Santos
dc.creatorFlávia Maria Galizoni
dc.date.accessioned2024-10-16T19:14:30Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:21:20Z
dc.date.available2024-10-16T19:14:30Z
dc.date.issued2023-08
dc.identifier.issn2595-7813
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/77462
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofEncontro das Ciências Sociais no Norte de Minas
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAgricultura familiar
dc.subjectFeiras livres
dc.subjectEconomia agrícola
dc.subjectCOVID-19, Pandemia de, 2020-
dc.subjectHábitos alimentares
dc.subject.otherCovid-19; Agricultura Familiar; Água; Alimento
dc.titleFeiras livres, pandemia e hábitos alimentares: um estudo de caso em Medina, Vale do Jequitinhonha mineiro
dc.typeArtigo de evento
local.citation.issue6
local.description.resumoNo Vale do Jequitinhonha as feiras livres são espaços alimentares, culturais, sociais e econômicos muito importantes. São um dos principais canais de comercialização da produção familiar, de alimentos cultivados que compõem a dieta da população deste território. Desempenham um papel expressivo na economia local e no abastecimento urbano. Entretanto, a pandemia da COVID-19 impactou o funcionamento das feiras livres, criando dificuldades para a comercialização das famílias lavradoras e para os consumidores adquirirem produtos locais. O objetivo deste trabalho é analisar os efeitos da pandemia em uma feira livre do município de Medina, no Jequitinhonha, investigando a relação dos consumidores urbanos com os alimentos ofertados na feira, buscando identificar possíveis mudanças nos padrões de consumo e nos hábitos alimentares. Para tanto, utilizou-se dados de pesquisas de campo, uma realizada em 2020 (antes da pandemia) e outra replicada em 2023 (pós-pandemia), em ambas foram aplicados questionários semi-estruturados abordando aspectos relacionados aos hábitos alimentares, a frequência do consumidor na feira, faixa de gasto, pauta de consumo entre outros fatores. Foram entrevistados 59 consumidores em 2020 e 75 em 2023. Os resultados indicaram que, no pós-pandemia houve mudanças significativas nas atitudes dos consumidores em relação à feira, principalmente, deixaram de consumir produtos, reduziram a variedade de alimentos adquiridos, e ou optaram por outras formas de comércio para adquirir os alimentos anteriormente comprados na feira. Observou-se ainda queda expressiva de participação da feira no abastecimento urbano, indicando perdas de soberania alimentar, exclusão de agricultores feirantes e de dinamismo econômico. Apesar dos fortes impactos causados pela pandemia, o estudo indicou também que a feira tem potencial para estimular o desenvolvimento local, levando alimentos sadios, ambientalizados para a população, fomentando cultura e renda.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICA - INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://encontrocsunimontes.wixsite.com/6encontro/anais6encontro

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