Elaboração de um protocolo de rastreio do alto desempenho cognitivo para uso de professores

dc.creatorGabriela Cristina Pereira Anunciação
dc.date.accessioned2022-09-29T18:29:10Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:50:49Z
dc.date.available2022-09-29T18:29:10Z
dc.date.issued2022-02-23
dc.description.abstractPsychometrics characterizes cognitive giftedness as intellectual capacity far above the average of the normal population. The present study aimed to verify whether a high cognitive demand school test could successfully track high cognitive performance. The sample consisted of 93 children from the five Brazilian regions, aged between 9 and 10 years and 6 months, remotely evaluated by the Human Figure Drawing, WISC-IV Verbal Subtests, a Behavioral Scale (EC), and the School Test (PE). Factor analysis identified three factors that explained 46% of the variance in the results presented in the PE. The three factors were identified as F1 (Numerical Knowledge), F2 (Numerical Reasoning), and F3 (Reasoning/Knowledge Verbal). Factors F1 and F3 showed moderate loads on the higher-order factor (g factor), while Factor 2 was the one with the highest factor loading. Significative moderate correlations were found between F3 and ICV (Verbal Comprehension Index) and between F2 and IMO (Working Memory Index), results corroborated in regression analyses. Those results would indicate that, depending on the type of reasoning required by a school test, in this study, numerical reasoning, its association will be greater with equivalents cognitive abilities in intelligence tests. On the other hand, no significant correlation was found between the factors of PE and DFH. Low correlations, but significant were found between Factor 1 (Sociability) of EC and DFH and Factor 2 of EC (Cognitive Interests) and the ICV. Even so, these results would indicate that the DFH and the CE do not constitute valid forms of identification of giftedness. In general, the PE, especially the content that demanded logical thinking, managed to discriminate the high performance detected in cognitive tests. However, further studies with larger samples and preferably in faceto-face collections are needed.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/45755
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectNeurociências
dc.subjectCognição
dc.subjectCriança superdotada
dc.subjectTestes de inteligência
dc.subjectEscalas de Wechsler
dc.subject.otherSuperdotação cognitiva
dc.subject.otherProva escolar
dc.subject.otherInteligência
dc.subject.otherWISC-IV
dc.titleElaboração de um protocolo de rastreio do alto desempenho cognitivo para uso de professores
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Carmen Elvira Flores-Mendoza Prado
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8739465750938224
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3921801674842621
local.description.resumoA psicometria caracteriza a superdotação cognitiva como a capacidade intelectual muito acima da média da população normal. O presente estudo objetivou verificar se uma prova escolar de alta demanda cognitiva poderia rastrear com sucesso o alto desempenho cognitivo. A amostra foi composta por 93 crianças das cinco regiões brasileiras, com idade entre 9 e 10 anos e 6 meses, remotamente avaliadas pelo Desenho da Figura Humana, Subtestes Verbais do WISCIV, uma Escala Comportamental (EC) e a Prova Escolar (PE). A análise fatorial identificou três fatores que explicaram 46% da variância nos resultados apresentados na PE. Os três fatores foram identificados como: F1 (Conhecimento Numérico), F2 (Raciocínio Numérico) e F3 (Raciocínio/Conhecimento Verbal). Os Fatores 1 e 3 apresentaram cargas moderadas no fator de ordem superior (fator g), enquanto o Fator 2 foi o que apresentou alta carga fatorial. Foram encontradas correlações significativas moderadas entre F3 e ICV (Índice de Compreensão Verbal) e entre F2 e IMO (Índice de Memória Operacional), resultados corroborados em análises de regressão. Esses resultados indicariam que, dependendo do tipo de raciocínio exigido por uma prova escolar, neste estudo, raciocínio numérico, sua associação será maior com habilidades cognitivas equivalentes presentes em testes de inteligência. Por outro lado, nenhuma correlação significativa foi encontrada entre os fatores da PE e o DFH. Correlações baixas, mas significativas foram encontradas entre o Fator 1 (Sociabilidade) da EC e o DFH e o Fator 2 da EC (Interesses Cognitivos) e o ICV. Ainda assim, esses resultados indicariam que o DFH e a EC não se constituem como formas válidas de identificação da superdotação. De forma geral, a PE, especialmente o conteúdo que demandava raciocínio, conseguiu discriminar o alto desempenho detectado em testes cognitivos. Contudo, são necessários novos estudos com amostras maiores e preferencialmente em coletas presenciais.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLOGICAS
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Neurociências

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