Uma configuração comunicativa do corpo: condutas e vertigens no filme H.O de Ivan Cardoso
| dc.creator | Veronica Teodora Pimenta | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-13T22:00:13Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:07:51Z | |
| dc.date.available | 2019-08-13T22:00:13Z | |
| dc.date.issued | 2007-08-30 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/FAFI-7THPEX | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Oiticica, Hélio, 1937-1980 Parangolés | |
| dc.subject | Comunicação | |
| dc.subject | Comunicação de massa | |
| dc.subject | H O (Filme) | |
| dc.subject | Cardoso, Ivan | |
| dc.subject | Cinema | |
| dc.subject.other | Corpo | |
| dc.subject.other | Estratégias espetaculares | |
| dc.subject.other | Parangolés | |
| dc.subject.other | Hélio Oiticica | |
| dc.subject.other | Condutas | |
| dc.subject.other | Vertigens | |
| dc.title | Uma configuração comunicativa do corpo: condutas e vertigens no filme H.O de Ivan Cardoso | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor1 | Bruno Souza Leal | |
| local.contributor.referee1 | Cesar Geraldo Guimaraes | |
| local.contributor.referee1 | Vera Lucia de Carvalho Casa Nova | |
| local.description.resumo | A pergunta - como se configura a dimensão comunicativa do corpo num contexto em que a relação com o corpo do outro, e com o nosso próprio, está atravessada em grande parte pelas imagens? - nasceu com a constatação de que hoje as imagens se valem excessivamente dos corpos, ao mesmo tempo em que as estratégias espetaculares convidam-nos a esquecer que todo o corpo está engajado na experiência comunicativa. Na análise empírica, selecionamos imagens do filme H.O (Ivan Cardoso, 1979) que visivelmente se concentram nos corpos dos participadores dos Parangolés de Hélio Oiticica.Operacionalizamos a análise a partir de dois pontos básicos: a) a conduta filmada como performance o seu papel na organização da imagem; b) avaliação de elementos do filme que contribuem para protagonizar as presenças corporais. Para tal, levantamos características de produções culturais e cinematográficas das décadas de 1960 e 1970, além da noção de participação desenvolvida por Hélio Oiticica (1937-1980), especialmente através dos seus Parangolés.Nas imagens avaliadas, foi possível perceber que, quando os gestos se organizam poeticamente, fica em segundo plano a possibilidade de leitura pragmática da conduta. À medida que as imagens de H.O se concentram na performance corporal dos participadores dos Parangolés, tornam-se vertiginosas e se afastam das estratégias espetaculares. Ou seja, as condutas e os corpos tornam-se (re) inventados e deslocados. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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