Infecção do sítio cirúrgico em pacientes submetidos a cirurgias cardíacas: uma análise do perfil epidemiológico

dc.creatorAdriana Cristina de Oliveira
dc.creatorNelma de Jesus Braz
dc.creatorJuliana Ladeira Garbaccio
dc.creatorSintia Evangelista
dc.date.accessioned2022-04-20T19:47:49Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:32:07Z
dc.date.available2022-04-20T19:47:49Z
dc.date.issued2018
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.19175/recom.v8i0.1793
dc.identifier.issn2236-6091
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/41112
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofReCom - Revista de Enfermagem do Centro Oeste Mineiro
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAssistência à saúde
dc.subjectVigilância em saúde pública
dc.subjectInfecção da ferida cirúrgica
dc.subjectEnfermagem
dc.subjectVigilância epidemiológica
dc.titleInfecção do sítio cirúrgico em pacientes submetidos a cirurgias cardíacas: uma análise do perfil epidemiológico
dc.title.alternativeSurgical site infection in patients submitted to cardiac surgeries: an epidemiological profile analysis
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.volume8
local.description.resumoObjetivo: Descrever a ocorrência da infecção do sítio cirúrgico em pacientes submetidos à revascularização do miocárdio e/ou implante de valva cardíaca e seu perfil epidemiológico. Método: Tratou-se de estudo retrospectivo, realizado em hospital de grande porte. Os dados foram coletados nos prontuários dos pacientes de cirurgias entre 2011 e 2015. Realizou-se estatística descritiva e análise bivariada pelo Epi-info 6.4. Resultados: Foram revisados 280 prontuários de pacientes com idade média de 58 anos. As principais comorbidades encontradas nesses pacientes foram hipertensão arterial e dislipidemia, sendo comum ainda a febre reumática naqueles com implante de prótese valvar. Foram diagnosticadas 52 infecções do sítio cirúrgico, sendo 32 (61,5%) durante a internação e 20 (38,5%) por reinternação. As infecções incisionais superficiais foram prevalentes seguidas de órgão/cavidade. A idade, tempo de internação total e no pós-operatório e dias no Centro de Terapia Intensiva após a cirurgia foram associadas à ocorrência infecciosa em órgão/cavidade. O tempo médio de internação foi de 18,1 dias nos pacientes sem infecção e 25,4 naqueles com infecção. Conclusão: É imprescindível investir em medidas de prevenção de infecções que envolvem equipes assistenciais, profissionais de controle de infecção e núcleos de segurança na busca de melhores práticas assistenciais.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENF - DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://seer.ufsj.edu.br/index.php/recom/article/view/1793

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