Até a raiz : tessitura identitária pelas mestras e guardiãs do Sertão Veredas

dc.creatorRaíra Saloméa Nascimento
dc.date.accessioned2024-04-09T14:35:16Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:46:52Z
dc.date.available2024-04-09T14:35:16Z
dc.date.issued2022-05-17
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/66935
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectComunicação - Teses
dc.subjectIdentidade - Teses
dc.subjectCultura - Teses
dc.subjectMulheres - Teses
dc.subject.otherIdentidades
dc.subject.otherPovos tradicionais
dc.subject.otherPráticas culturais
dc.subject.otherMulheres sertanejas
dc.titleAté a raiz : tessitura identitária pelas mestras e guardiãs do Sertão Veredas
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Vera Regina Veiga França.
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9362500927938573
local.contributor.referee1Luciana de Oliveira
local.contributor.referee1Rennan Lanna Martins Mafra
local.contributor.referee1Paulo Bernardo Ferreira Vaz
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3985858044083526
local.description.resumoAté a raiz é uma travessia em busca da força e dos saberes das mulheres sertanejas. Nos Gerais de Minas, o Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu é território de povos e comunidades tradicionais que constroem outros modos de vida e formas de resistência utilizando os recursos do Cerrado com soberania e sustentabilidade. Em um percurso etnográfico pelo Sertão Veredas encontramos mulheres, líderes comunitárias, mestras e guardiãs de práticas culturais e artesanais, que partilham saberes ancestrais e sentidos de identidade construídos a partir da defesa do bioma. Com uma análise sócio-histórico, reconstituímos o tecido contextual da região. Do encontro com as mestras, suas narrativas orais bordaram interações e materialidades acerca da cultura, dos modos de vida e dos sentidos de pertencimento às comunidades onde vivem. Na Revista Manzuá, encontramos mulheres narradoras de si e de suas comunidades e o modo como essa comunicação é produzida e circula pelos povos. Com a análise de narrativas, destacamos desse tecido como os elementos identitários são continuamente construídos pelas mulheres em ofícios e práticas cotidianas. O olhar comunicacional nos guia à compreender como se constitui a tessitura identitária dos povos do Sertão Veredas Peruaçu a partir do protagonismo das mestras e guardiãs narradoras desta pesquisa. Encontramos elementos materiais e simbólicos que revelam as relações com o tempo, espaço, memória e ancestralidade e as táticas de apropriação e resistência operados pelas mulheres. (Re)existindo em identidades plurais, essas produtoras rurais, benzedeiras, fiandeiras, tecedeiras, bordadeiras, contadoras de versos, extrativistas, oleiras, entre muitos outros ofícios, representam um sertão feminino e guardam em suas práticas artesanais e culturais os sentidos de identidade e pertencimento que conectam povos geraizeiros, veredeiros, caatingueiros, vazanteiros, quilombolas, indígenas e muitos outros povos tradicionais do norte de Minas, do Cerrado e da América Latina.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Comunicação Social

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