Derivatização de anfetaminas: quais são os desafios na análise de sangue post mortem por GC-MS?

dc.creatorLudmila Duarte Boaventura
dc.date.accessioned2025-07-04T23:23:40Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:43:09Z
dc.date.available2025-07-04T23:23:40Z
dc.date.issued2025-04-29
dc.description.abstractAmphetamines are a class of synthetic compounds that act as central nervous system stimulants and their clinical use is restricted to the treatment of obesity, narcolepsy and attention deficit hyperactivity disorder (ADHD). They are represented by substances such as methamphetamine, ecstasy (MDMA) and 3,4-Methylenedioxyamphetamine (MDA). Recreational use promotes euphoria and well-being, but it can cause seizures, hallucinations, severe intoxication and death. In this study, two derivatization reagents were evaluated, pentafluoropropionic anhydride (PFPA) and trifluoroacetic anhydride (TFAA), to stablish which would allow the detection of amphetamine, methamphetamine, MDMA, MDA, 3,4-methylenedioxy-N-ethylamphetamine (MDEA) and fenproporex. TFAA enabled the detection of all the analytes and was therefore chosen for optimization. For the other derivatization conditions, a central composite design was conducted varying the volume of the derivatizing agent (40 to 60 µL), reaction time (20 to 40 min) and temperature (50 to 70ºC). MDA, MDMA and MDEA were only detected when the reaction occurred at a minimum of 60ºC and all the analytes had the best analytical response at 50 µL of TFAA with the reaction being heated at 60ºC for 30 minutes and these were the conditions defined as optimal and used in the subsequent analyses. For the sample preparation, the liquid-liquid partitioning at low-temperature extraction was performed with methyl tert-butyl ether (MTBE) as the extracting solvent. However, a large amount of interferents were extracted, which hampered derivatization and the presence of the characteristic peaks of the analytes. For this reason, it was required an extraction approach that would remove the interferents more effectively, which was only achieved with solid phase extraction. After determining the limit of detection of 100 ng.mL-1 for methamphetamine, 200 ng.mL-1 for MDMA, MDA and femproporex and 250 ng.mL-1 for amphetamine, two cases were evaluated: in the first, amphetamine was detected because it was a metabolite of Vyvanse® (which the victim used continuously) and in the second, MDMA was identified in a suspected overdose. Thus, with the elucidation of real cases, the present method of derivatization with TFAA of amphetamines in post mortem blood for analysis by GC-MS was developed and successfully applied to real samples.
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.description.sponsorshipINCT – Instituto nacional de ciência e tecnologia (Antigo Instituto do Milênio)
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/83352
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Restrito
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectQuímica analítica
dc.subjectQuímica legal
dc.subjectAnfetaminas
dc.subjectDerivatização
dc.subjectToxicologia forense
dc.subjectSangue – Análise e química
dc.subjectCromatografia a gás
dc.subjectEspectrometria de massa
dc.subject.otherAnfetaminas
dc.subject.otherDerivatização
dc.subject.otherSangue post mortem
dc.subject.otherGC-MS
dc.titleDerivatização de anfetaminas: quais são os desafios na análise de sangue post mortem por GC-MS?
dc.title.alternativeDerivatization of amphetamines: What are the challenges in post mortem blood analysis by GC-MS?
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Ricardo Mathias Orlando
local.contributor.advisor1Clésia Cristina Nascentes
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0354323372008275
local.contributor.referee1Washington Xavier de Paula
local.contributor.referee1Brenda Lee Simas Porto
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0087455456381040
local.description.embargo2027-04-29
local.description.resumoAnfetaminas são uma classe de compostos sintéticos que atuam como estimulante do sistema nervoso central e o seu uso clínico é restrito ao tratamento de obesidade, narcolepsia e transtorno de déficit de atenção com hiperatividade (TDAH). Elas são representadas por substâncias como metanfetamina, ecstasy (MDMA) e 3,4-metilenodioxianfetamina (MDA). O uso recreativo promove euforia e bem-estar, mas pode gerar convulsões, alucinações, intoxicação grave e óbito. Neste trabalho foram avaliados dois derivatizantes, o anidrido pentafluoropropiônico (PFPA) e o anidrido trifluoroacético (TFAA), para verificar qual seria mais eficiente na análise da anfetamina, metanfetamina, MDMA, MDA, 3,4-metilenodioxi-N-etilanfetamina (MDEA) e femproporex. O TFAA permitiu a detecção de todos os analitos de interesse e, portanto, foi o escolhido para a otimização. Para as outras condições, um planejamento composto central foi feito variando volume de derivatizante (40 a 60 µL) e tempo (20 a 40 min) e temperatura (50 a 70ºC) de reação. O MDA, MDMA e MDEA são detectados somente quando a reação ocorre no mínimo a 60ºC e todos os analitos possuíam melhor resposta quando utilizado 50 µL de TFAA com reação a 60ºC por 30 minutos, sendo estas as condições definidas como ótimas e utilizadas nas análises posteriores.Para o preparo de amostras, foi realizada a extração líquido-líquido com partição a baixa temperatura com éter metil-terc-butílico (MTBE) como solvente extrator, entretanto, grande quantidade de interferentes foi extraída, o que impediu a derivatização e a apresentação dos picos característicos dos analitos. Por isso, foi necessária uma extração que removesse os interferentes de maneira mais eficaz, o que somente foi atingido com a extração em fase sólida. Após a determinação do limite de detecção de 100 ng.mL-1 para a metanfetamina, 200 ng.mL-1 para MDMA, MDA e femproporex e 250 ng.mL-1 para a anfetamina, dois casos foram avaliados: no primeiro, foi detectado anfetamina por ser um metabólito do Venvanse® (que a vítima fazia uso contínuo) e no segundo, em uma suspeita de overdose foi identificado MDMA. Assim, com a elucidação de casos reais, o presente método de derivatização com TFAA de anfetaminas em sangue post mortem para análise por GC-MS foi desenvolvido e aplicado a amostras reais com sucesso.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0009-0006-9252-2544
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICX - DEPARTAMENTO DE QUÍMICA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Química

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