Perfil clínico, autonômico e escore de calgary modificado de crianças e adolescentes com presumida síncope vasovagal submetidos ao teste de inclinação

dc.creatorPamela Michelle Leite Oliveira
dc.creatorRose Mary Ferreira Lisboa da Silva
dc.creatorHenrique de Assis Fonseca Tonelli
dc.creatorZilda Maria Alves Meira
dc.creatorCleonice Carvalho Coelho Mota
dc.date.accessioned2024-09-20T19:36:56Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:08:48Z
dc.date.available2024-09-20T19:36:56Z
dc.date.issued2023
dc.description.abstractBackground: In the pediatric population, syncope is mainly from vasovagal (VVS) origin. Its evaluation must be done by clinical methods, and the tilt test (TT) can contribute to the diagnosis. Objectives: To analyze the clinical profile, Calgary and modified Calgary scores, response to TT and heart rate variability (HRV) of patients aged ≤ 18 years with presumed VVS. To compare the variables between patients with positive and negative responses to TT. Method: Observational and prospective study, with 73 patients aged between 6 and 18 years, submitted to clinical evaluation and calculation of scores without previous knowledge of the TT. It was done at 70º under monitoring for HRV analysis. P-value < 0.05 was the statistical significance criterion. Results: Median age was 14.0 years; 52% of participants were female, 72 had Calgary ≥ -2 (mean 1.80), and 69 had modified Calgary ≥ -3 (mean 1.38). Prodromes were observed in 59 patients, recurrence in 50 and trauma in 19. The response to TT was positive in 54 participants (49 vasovagal, with 39 vasodepressor responses), with an increase in the low frequency (LF) component and a decrease in the high frequency (HF) component (p < 0,0001). In the supine position, LF was 33.6 in females and 47.4 in normalized units for males (p = 0.02). When applying the operating characteristic curve for positive TT, there was no statistical significance for HRV and scores. Conclusion: Most children and adolescents with a presumed diagnosis of VVS presented a typical clinical scenario, with a Calgary score ≥ -2, and a predominant vasodepressor response to TT. Greater sympathetic activation was observed in the supine position in males. Calgary scores and sympathetic activation did not predict the response to TT.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.36660/abc.20220543
dc.identifier.issn0066782X
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/76758
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofArquivos Brasileiros de Cardiologia
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectSíncope Vasovagal, Diagnóstico
dc.subjectFrequência Cardíaca
dc.subjectTeste da Mesa Inclinada
dc.subjectCrianças e Adolescentes
dc.subject.otherSíncope Vasovagal
dc.subject.otherFrequência Cardíaca
dc.subject.otherTeste da Mesa Inclinada
dc.subject.otherSaúde Infantil
dc.titlePerfil clínico, autonômico e escore de calgary modificado de crianças e adolescentes com presumida síncope vasovagal submetidos ao teste de inclinação
dc.title.alternativeClinical and autonomic profile, and modified calgary score for children and adolescents with presumed vasovagal syncope submitted to the tilt test
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.issue7
local.citation.spagee20220543
local.citation.volume120
local.description.resumoFundamento: A síncope, na população pediátrica, tem como sua principal causa, a vasovagal (SVV). Sua avaliação deve ser feita por métodos clínicos e o teste de inclinação (TI) pode contribuir para seu diagnóstico. Objetivos: Analisar o perfil clínico, os escores de Calgary e de Calgary modificado, a resposta ao TI e a variabilidade da frequência cardíaca (VFC) de pacientes ≤ 18 anos de idade, com presumida SVV. Comparar as variáveis entre pacientes com resposta positiva e negativa ao TI. Método: Estudo observacional e prospectivo, com 73 pacientes com idades entre 6 e 18 anos, submetidos à avaliação clínica e ao cálculo dos escores, sem o conhecimento do TI. Este foi feito a 70º sob monitoramento para análise da VFC. Valor-p < 0,05 foi considerado como o critério de significância estatística. Resultados: A mediana de idade foi de 14,0 anos, sendo que 52% eram no sexo feminino, 72 apresentaram Calgary ≥ -2 (média 1,80) e 69 com Calgary modificado ≥ -3 (média 1,38). Ocorreram pródromos em 59 pacientes, recorrência em 50 e trauma em 19. A resposta ao TI foi positiva em 54 (49 vasovagal, com 39 vasodepressora), com aumento do componente de baixa frequência (BF) e diminuição da alta frequência (AF) (p < 0,0001). Na posição supina, o BF foi de 33,6 no sexo feminino e 47,4 em unidades normalizadas no sexo masculino (p = 0,02). Aplicando-se a curva de operação característica para TI positivo, não houve significância estatística para VFC e os escores. Conclusões: A maioria das crianças e adolescentes com diagnóstico presumido de SVV apresentaram um cenário clínico típico, com escore de Calgary ≥ -2, e resposta vasodepressora predominante ao TI. Verificou-se uma maior ativação simpática na posição supina no sexo masculino. Os escores de Calgary e a ativação simpática não permitiram predizer a resposta ao TI.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-2116-084X
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-0963-948X
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-2481-2647
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-4941-328X
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE CLÍNICA MÉDICA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/abc/a/9tYRRcwthMYtv7XRbpFhMtn/?lang=pt

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