Giuseppe Penone: da história à pele do mundo

Carregando...
Imagem de Miniatura

Título da Revista

ISSN da Revista

Título de Volume

Editor

Universidade Federal de Minas Gerais

Descrição

Tipo

Tese de doutorado

Título alternativo

Membros da banca

Patricia Dias Franca
Maria da Gloria Araujo Ferreira
Guilherme Massara Rocha
Luiz Camillo Dolabella Portella Osorio de Almeida

Resumo

Esta tese propõe, através do desenho de um percurso histórico e crítico do processual nas artes, desdobrar a presença da natureza na obra do escultor italiano Giuseppe Penone. Verificar-se-á,por meio da análise de suas obras, que os preceitos histórico-artísticos especialmente aqueles de matriz, por assim dizer, duchampiana que se fazem presentes nos trabalhos do italiano são aqueles nos quais há uma saída da história e, por consequência, uma primazia do corpo e danatureza. No movimento ao qual pertenceu, a Arte Povera, delimita-se a influência do Teatro Pobre de Jerzy Grotowski, em que a espoliação dispendiosa do excesso não deveria remontar a uma pureza, mas, antes, alcançar o instinto que, no caso da obra de Penone, configura-se na constituição de um espaço intermediário entre homem e natureza. A partir daí, analisam-se também outras questões que atravessam a obra de Penone, como a primazia da experiência, a ideia da despersonalização e, sobretudo, a posição antiretiniana. Propõe-se ainda que, ao eleger a pele como um importante elemento de suas obras, Penone busca engendrar um entre-lugar da ordem do inframince duchampiano, considerando, entretanto, a dialética cultura e naturezacomo pedra de toque. A figuração da pele, associada à noção de sensível tal como proposta por Emanuele Coccia configuram, em si, elementos paradoxais, fundamentais, por fim, para acompreensão da possibilidade da mútua habitação entre os corpos do mundo, tal como sugere a obra de Penone.

Abstract

Questa tesi propone, attraverso il disegno di un percorso storico e critico del processuale nelle arti, spiegare la presenza della natura nellopera dello scultore italiano Giuseppe Penone. Si verifica, tramite le analisi delle opere artistiche dellautore, che i precetti storici-artistici specie quelli di matrice, per così dire, duchampiane dei lavori dellitaliano sono quelli in cui cè una specie di uscita della storia e che, di conseguenza, spettano al corpo e alla natura. Nel movimento a cui è appartenuto, lArte Povera, delimiteremo linfluenza del Teatro Povero diJerzy Grotowski in cui la spoliazione dispendiosa degli eccessi non dovrebbe rimontare a una purezza ma, prima, allistinto che, nel caso dellopera di Penone, si configura nella costituzione di uno spazio intermedio tra uomo e natura. Successivamente, si analizzano anche altre questioni che attraversano lopera di Penone, come la preminenza dellesperienza e soprattutto lidea della depersonalizzazione, oltre al posizionamento antiretiniano. Si propone ancora che Penone, al eleggere la pelle come un importante elemento delle sue opere cerca delimitare uno luogo intermezzo dellordine dellinframince duchampiano, avendo però la dialettica cultura e natura come motto. La figurazione della pelle, associata alla nozione di sensibile come ha voluto Emanuele Coccia sono, in sé, elementi paradossali, fondamentali infine per la comprensione della possibilità della reciproca abitazione tra i corpi del mondo, così come suggerisce lopera di Penone.

Assunto

Critica de arte, Natureza (Estetica), Penone, Giuseppe, 1947-, Arte conceitual, Escultores italianos, Pele

Palavras-chave

Antiretiniano, Sensível, Pele, Natureza, Giuseppe Penone

Citação

Departamento

Curso

Endereço externo

Avaliação

Revisão

Suplementado Por

Referenciado Por