Direito à cidade em perspectiva de gênero: a atuação das mulheres da Subsecretaria de Planejamento Urbano em Belo Horizonte/MG

dc.creatorAna Carolina Sequeira Borges Costa
dc.date.accessioned2025-02-11T21:51:18Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:23:28Z
dc.date.available2025-02-11T21:51:18Z
dc.date.issued2024-12-09
dc.description.abstractBrazilian society is marked by relations of power and subjugation, which are expressed in various ways, mainly through patriarchal domination, and these aspects gain spatial dimensions. This is evident in the processes of urbanization, which are permeated by relations of inequality, violence, and lack of urban infrastructure, which make life in cities unsustainable for a large part of the population, especially women. Even though, in recent years, the presence of women in politics has grown, especially in the field of urban policies, the prospect of changing this scenario seems distant, since female participation is still unbalanced when compared to the presence of men, with the various obstacles and sexism that they face to participate in an institutional space historically dominated effectively by men. In addition, inequalities in daily urban life have increased in recent years. This is mainly due to the experiences of far-right governments and reactionaries who have gained space in the world and Brazilian politics, especially in Belo Horizonte, which adopted an anti-gender policy. The general objective of the research is to reflect on the right to the city from a gender perspective and to analyze how the participation of women within the city government of Belo Horizonte, especially the employees of the Subsecretariat of Urban Planning (Suplan), contribute to this struggle. It is understood that occupying these institutional spaces is essential for women's struggle for the right to the city and the right to life in a space that is continually denied to them. Based on this, the methodology was divided into two main markers: the first is bibliographic and documentary research; in the second moment, interviews were conducted with women who work at Suplan in Belo Horizonte, since their work is directly linked to the production of the city and urban planning.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/79934
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectPlanejamento urbano e mulheres
dc.subjectRelações de gênero
dc.subjectMulher
dc.subjectDireitos das mulheres
dc.subjectBelo Horizonte
dc.subject.otherDireito à cidade: direito ao uso e participação
dc.subject.otherIgualdade de gênero
dc.subject.otherAções institucionais- Suplan
dc.titleDireito à cidade em perspectiva de gênero: a atuação das mulheres da Subsecretaria de Planejamento Urbano em Belo Horizonte/MG
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Raquel Garcia Gonçalves
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8784217958246614
local.contributor.referee1Helena d'Agosto Miguel Fonseca
local.contributor.referee1Izabella Galera
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0721917179225553
local.description.resumoA sociedade brasileira é marcada por relações de poder e subjugação, que se expressam de diversas formas, principalmente através da dominação patriarcal, e tais aspectos ganham dimensões espaciais. Isto se evidencia nos processos de urbanização, atravessados por relações de desigualdade, violência e ausência de infraestrutura urbana, o que torna a vida nas cidades insustentável para grande parte da população, principalmente para as mulheres. Mesmo que, nos últimos anos, a presença das mulheres na política tenha crescido, sobretudo no campo de políticas urbanas, a perspectiva de mudança desse cenário parece distante, uma vez que essa participação feminina ainda está desequilibrada quando comparada à presença de homens, com os diversos obstáculos e machismo que enfrentam para efetivar a sua participação em um espaço institucional historicamente dominado por homens. Além disso, as desigualdades, em diversos aspectos da vida urbana cotidiana, cresceram nos últimos anos. Isso se dá, principalmente devido a experiências de governo de extrema direita e a reacionários que ganharam espaços na política mundial e brasileira, especialmente em Belo Horizonte, que adotam uma política antigênero. O objetivo geral da pesquisa é refletir sobre o direito à cidade a partir de uma perspectiva de gênero e analisar como a participação de mulheres dentro da prefeitura de Belo Horizonte, sobretudo, as servidoras da Subsecretaria de Planejamento Urbano (Suplan), contribui para essa luta. Entendendo que, ocupar esses espaços institucionais é essencial para a luta das mulheres pelo direito à cidade, direito à vida em um espaço que lhes é continuamente negado. Apoiado nisso, tem-se a metodologia que foi dividida em dois principais marcadores: o primeiro é a pesquisa bibliográfica e documental; em um segundo momento foram realizadas entrevistas com mulheres que trabalham na Suplan de Belo Horizonte, uma vez que a sua atuação está diretamente vinculada à produção da cidade e ao planejamento urbano.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentARQ - ESCOLA DE ARQUITETURA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo

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