A discórdia entre os sexos : um estudo lacaniano sobre os estilos do amor

dc.creatorMarcela Moura Normand
dc.date.accessioned2023-10-30T15:08:05Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:26:33Z
dc.date.available2023-10-30T15:08:05Z
dc.date.issued2020-06-02
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/60234
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPsicologia - Teses
dc.subjectPsicanálise - Teses
dc.subjectAmor - Teses
dc.subjectFetichismo - Teses
dc.subject.otherPsicanálise
dc.subject.otherAmor
dc.subject.otherDiscórdia
dc.subject.otherFeminino
dc.subject.otherTratamento
dc.subject.otherSexuação
dc.titleA discórdia entre os sexos : um estudo lacaniano sobre os estilos do amor
dc.title.alternativeDiscord between the sexes : a lacanian study on the forms of love
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Gilson de Paulo Moreira Iannini
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2758348799133801
local.contributor.referee1Márcia Maria Vieira Rosa Luchina
local.contributor.referee1Cristina Moreira Marcos
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8199312637589032
local.description.resumoNeste estudo, partiremos da afirmação de Lacan (1958/1998, p. 742), no texto Diretrizes para um Congresso sobre a sexualidade feminina, de que “se a posição do sexo difere quanto ao objeto, é por toda a distância que separa a forma fetichista da forma erotomaníaca do amor”. Assim, tendo como bússola a existência da discórdia entre os sexos, examinaremos, por meio de revisão bibliográfica, se a fórmula dos distintos estilos de amor – enunciada em 1958 – se sustenta com o avançar do ensino lacaniano e, caso sim, quais são as consequências que podemos daí extrair. Após o percurso de investigação realizado no primeiro capítulo, concluímos que a passagem toda a distância que separa, ao ser relida à luz dos Seminários 18, 19 e 20, refere-se, em última instância, à discórdia entre o gozo e o Outro, isto é, à impossível relação entre esses dois termos. Já no segundo capítulo, nos deteremos sobre as formulações a forma fetichista e a forma erotomaníaca do amor, pesquisando no que elas diferem quanto ao objeto. Como resultado, veremos que, ao propor que o amor faz suplência à inexistência da relação sexual, Lacan efetua uma revalorização do amor. Ou seja, com o Seminário 20 (1972-73/2008), há a delimitação de um campo de conjunção entre o amor e o gozo feminino, fato que permite a Lacan (1973/2003, p. 315) a elaboração de um “amor mais digno”, aberto às contingências do encontro. Notaremos, assim, que a dignificação do amor é correlata a um novo saber fazer com isso que se repete, a partir da inclusão da discordância, enquanto um dos nomes do não-todo. Temos, então, para a posição masculina da sexuação um amor não-todo fetichista, em que há um menor apego à fantasia; e para a posição feminina, um amor não-todo erotomaníaco, em que uma mulher se posiciona de maneira não-toda nas duas vertentes de seu gozo. Logo, um amor mais digno é aquele que não só não desconhece a discórdia entre os sexos, mas, principalmente, que do não-todo se nutre. Eis, portanto, a nossa ética do bem-dizer sobre o não-todo.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Psicologia

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