Natureza urbana e produção do comum

dc.creatorMarcela Silviano Brandão Lopes
dc.creatorNatacha Silva Araújo Rena
dc.creatorLuciana Bragança
dc.creatorAna Isabel Junho Anastasia de Sá
dc.date.accessioned2022-07-25T19:20:09Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:12:04Z
dc.date.available2022-07-25T19:20:09Z
dc.date.issued2016
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.issn2341-2755
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/43608
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCongreso Internacional Contested Cities
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectNatureza
dc.subjectHabitação
dc.subjectOcupações
dc.subject.otherNatureza
dc.subject.otherMoradia
dc.subject.otherCultura
dc.subject.otherCapitalismo cognitivo
dc.subject.otherResistências biopotentes
dc.titleNatureza urbana e produção do comum
dc.typeArtigo de evento
local.citation.epage22
local.citation.spage1
local.description.resumoEsse artigo pretende fazer uma aproximação entre as pautas de três movimentos de luta e resistência urbana da atualidade: Preservação da Natureza, Preservação do Patrimônio Histórico e Cultural e Direito à Moradia Digna para todos os cidadãos. A unificação dessas pautas se apoia e se justifica pela busca de uma cidade mais justa e focada nos anseios de sua população. Todos esses movimentos têm como opositor a voracidade do capital imobiliário, que, de maneira recorrente, cria justificativas e estratégias para priorização de políticas que excluem e ignoram tanto o verde, quanto a cultura não rentável, como também qualquer possibilidade de moradia para os pobres que, de fato, seja inserida na cidade. É possível identificar a intensificação dos movimentos contra os processos de urbanização neoliberal no Brasil. Porém, mesmo com toda a potência dessas lutas, tais movimentos costumam atuar de forma independente, e em diversas ocasiões são colocados em lados opostos, como se a questão ambiental, por exemplo, fosse antagônica à pauta social ou à cultural, e viceversa. Mesmo que em alguns momentos haja fronteiras delicadas e conflitos de interesses, a separação e o antagonismo entre esses movimentos são de grande valia aos interesses do capital. Tendo esse entendimento como premissa, as autoras desse artigo, pesquisadoras do grupo INDISCIPLINAR, organizaram um seminário, para que alguns representantes desses movimentos pudessem trocar experiências e hibridar suas pautas. Nesse encontro, ficou claro que vários dos impasses mencionados são muito similares, como também várias das estratégias adotadas são muito semelhantes. Concluiu-se, então, que sistematizar os desafios e os avanços permitirá a potencialização do que já se faz de positivo e possibilitará a ativação de nossas táticas para romper as barreiras que ainda se encontram nos caminhos. Por fim, uma difícil questão permanece como desafio a ser enfrentado: como construir processos autônomos e autogestionários sem perder o apoio necessário do Estado?
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentARQ - ESCOLA DE ARQUITETURA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://contested-cities.net/working-papers/wp-content/uploads/sites/8/2016/07/WPCC-161521-LopesBragan%C3%A7aS%C3%A1Rena-NaturezaUrbanaProdu%C3%A7%C3%A3oComum.pdf

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