Peste e Estrangeiridade em Estado de Sitio de Albert Camus

dc.creatorSandra de Padua Castro
dc.date.accessioned2019-08-13T02:03:53Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:57:32Z
dc.date.available2019-08-13T02:03:53Z
dc.date.issued2007-07-04
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECAP-74TPQA
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCamus, Albert, 1913-1960 Estado de sítio Crítica e interpretação
dc.subjectTeatro Filosofia
dc.subjectMetáfora
dc.subjectEstrangeiros na literatura
dc.subjectArtaud, Antonin, 1869-1948 Crítica e interpretação
dc.subject.otherTeatro de l'Équipe
dc.subject.otherAlbert Camus
dc.subject.otherNovo Teatro
dc.subject.otherTéâtre du Travail
dc.titlePeste e Estrangeiridade em Estado de Sitio de Albert Camus
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Marcia Maria Valle Arbex
local.contributor.referee1Sara Del Carmen Rojo de La Rosa
local.contributor.referee1Luís André Nepomuceno
local.description.resumoTrata-se, nesta dissertação, de um estudo da peça Estado de Sítio (1949) de Albert Camus, tendo como eixos os conceitos de peste e de estrangeiridade. Partimos de uma apresentação do percurso teatral desse autor, destacando a criação dos grupos Téâtre du Travail e Teatro de l'Équipe até a sua proposta do Novo Teatro, e procurando verificar como seu pensamento a Peste de diferentes formas: como personagem, como abstração do mal e de toda forma de injustiça, e como personagem, como que pretende tocar e, simultaneamente, ser a própria vida. Para demonstrar essa analogia cotejamos o teatro de Antonin Artaud e o de Camus, especificamente seus conceitos sobre a peste. Verificamos nessa peça o confronto de um povo com um poder arbitrário e, embasados no pensamento camusiano, procuramos responder o que é a peste e qual a sua relação com a condição humana de estrangeiridade, além de identificar, no contexto de Estado de Sítio, as várias formas de ser estrangeiro. Por fim, procuramos demonstrar, a partir da montagem dessa mesma peça pelo grupo Oficinão do Galpão, a pertinência do pensamento de Camus para a nossa contemporaneidade na América Latina e, mais especificamente, no Brasil.
local.publisher.initialsUFMG

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