Estado nutricional, imagem corporal e associação com comportamentos extremos para controle de peso em adolescentes brasileiros, Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar de 2015

dc.creatorSimoni Urbano da silva
dc.creatorLaura Augusta Barufaldi
dc.creatorSilvânia Suely Caribé de Araújo Andrade
dc.creatorMaria Aline Siqueira Santos
dc.creatorRafael Moreira Claro
dc.date.accessioned2024-03-13T19:39:25Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:48:43Z
dc.date.available2024-03-13T19:39:25Z
dc.date.issued2018
dc.description.abstractIntroduction: This study aimed to analyze the association between nutritional status, body image perception, and extreme weight control behaviors among adolescents. Methods: This is an analytical cross-sectional study conducted in Brazil based on the National Adolescent Student Health Survey (Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar - PeNSE) of 2015, with adolescents aged 13 to 17 years. Nutritional status and body image perception were the independent variables. The two dependent variables were vomiting or laxative use and use of medicines and other formulas for weight control in the 30 days prior to data collection. We used Poisson regression models for association, with demographic variables for control. Results: 7.4% of adolescents (95%CI 6.7 - 8.2) reported vomiting or using laxatives, with no difference between genders. The prevalence of use of medicines and formulas was higher among boys (7.8%; 95%CI 6.6 - 8.9). The association between nutritional status and extreme behaviors was not significant. However, the prevalence of vomiting or laxative use for adolescents who considered themselves very fat was 2.3 (95%CI 1.1 - 4.7) times higher for boys and 5.3 (95%CI 3.3 - 8.6) times higher for girls, while the use of medicines and formulas was 4.0 (95%CI 2.3 - 7.1) times higher for girls who considered themselves very fat. Conclusion: Body image perception seems to have a greater influence on extreme behaviors than nutritional status. Strategies involving health services and schools have great potential to impact the self-esteem and health of students positively.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/1980-549720180011.supl.1
dc.identifier.issn1980-5497
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/65784
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista brasileira de epidemiologia
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectImagem corporal
dc.subjectEstado nutricional
dc.subjectVômito
dc.subjectPercepção de peso
dc.subjectRedução de peso
dc.subject.otherImagem corporal
dc.subject.otherEstado nutricional
dc.subject.otherEstado Nutricional
dc.subject.otherVômito
dc.subject.otherPercepção de peso
dc.subject.otherPerda de peso
dc.titleEstado nutricional, imagem corporal e associação com comportamentos extremos para controle de peso em adolescentes brasileiros, Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar de 2015
dc.title.alternativeNutritional status, body image, and their association with extreme weight control behaviors among Brazilian adolescents, National Adolescent Student Health Survey 2015
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.volume21
local.description.resumoIntrodução: Este estudo objetivou analisar a associação entre estado nutricional, percepção da imagem corporal e comportamentos extremos para controle de peso nos adolescentes. Metodologia: Estudo transversal analítico, realizado no Brasil a partir da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) de 2015, com adolescentes de 13 a 17 anos. Estado nutricional e percepção da imagem corporal foram as variáveis independentes. As dependentes foram vômito ou uso de laxantes e uso de remédios e outras fórmulas para controle de peso nos últimos 30 dias. Modelos de regressão de Poisson foram empregados para associação, com uso de variáveis demográficas para controle. Resultados: 7,4% dos adolescentes (IC95% 6,7 - 8,2) relataram vômito ou uso de laxantes, sem diferença entre os sexos. A prevalência de uso de remédio e fórmulas foi maior entre meninos (7,8%; IC95% 6,6 - 8,9). A associação entre estado nutricional e comportamentos extremos não foi significativa; entretanto, a prevalência de vômito ou uso de laxantes foi 2,3 (IC95% 1,1 - 4,7) vezes maior em meninos e 5,3 (IC95% 3,3 - 8,6) vezes maior em meninas que se sentiam muito gordos(as), ao passo que uso de remédios e fórmulas foi 4,0 vezes (IC95% 2,3 - 7,1) maior em meninas que sentiam muito gordas. Conclusão: A percepção da imagem corporal parece ter maior influência na prática dos comportamentos extremos do que o estado nutricional. Estratégias envolvendo serviços de saúde e escolas têm grande potencialidade para ações que impactem positivamente na autoestima e na saúde dos estudantes.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-3445-3150
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-6563-976X
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-9690-575X
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENF - DEPARTAMENTO DE NUTRIÇÃO
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/rbepid/a/Rh8LVLK7cgPjTsfTCDDKYnJ/?lang=pt#

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