Utilização de um rejeito da fabricação do alumínio como carga inorgânica em espumas flexíveis de poliuretano

dc.creatorSabrina Sa e Sant Anna
dc.date.accessioned2019-08-14T03:49:18Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:59:06Z
dc.date.available2019-08-14T03:49:18Z
dc.date.issued2008-08-28
dc.description.abstractDuring the Bayer process in the aluminum industry a very fine black dust waste is discharged in the industry landfill leading to the environment contamination. This residue is rich in alumina (Al2O3) which is a compound of high commercial value. XRD patterns confirm, also, the presence of aluminium hydroxide (Al(OH)3). To find applications to this waste, flexible polyurethane foams were synthesized using this black dust as filler. Fillers are substances that are added to polymers toproduce materials with better mechanical and, also, thermal properties.In the present work, the black dust was added in the flexible polyurethane foams syntheses and the obtained products were compared with the foams produced with commercial fillers as calcium carbonate and alumina. They were also compared with the alumina recovered by the black powder, and with one mixture prepared with commercialalumina and recovered alumina. By SEM, thermal and mechanical analyses were used to characterize the flexible polyurethane foams containing the black dust. These foams showed excellent mechanicaland, also, flame retardant behaviour. DSC results of the flexible foams containing the fillers showed two glass transition (Tg) temperatures: the first at ca. -50oC due to the flexible segments of the polyurethane foams, and the other in temperatures above 0oC corresponding to the rigidsegments of the polyurethane foams. For polyurethane foams containing black dust as filler, Tg values of the rigid segment decreased, probably owing to the interaction of the filler with the polymer matrix which contribute to the diminution of the hysteresis in these foams.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/SFSA-8ADUF8
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEspumas
dc.subjectResiduos
dc.subjectAlumina
dc.subjectAnálise térmica
dc.subjectQuimica inorganica
dc.subjectCalorimetria
dc.subject.otherespumas flexíveis de poliuretano
dc.subject.otherResiduos
dc.subject.otherAnálise térmica
dc.subject.otherAlumina
dc.titleUtilização de um rejeito da fabricação do alumínio como carga inorgânica em espumas flexíveis de poliuretano
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Cornelio de Freitas Carvalho
local.contributor.advisor1Maria Irene Yoshida
local.contributor.referee1Claudio Gouvea dos Santos
local.contributor.referee1Luiz Carlos Alves de Oliveira
local.contributor.referee1Vito Modesto de Bellis
local.contributor.referee1Rochel Montero Lago
local.description.resumoDurante o processo Bayer, na indústria de alumínio, um pó preto é descartado nos pátios industriais gerando contaminação ambiental. Este resíduo é rico em alumina (Al2O3), material de alto valor comercial. Difração de Raios X confirmaram ainda a presença de hidróxido de alumínio (Al(OH)3) nesse rejeito. Com intuito de procurar aplicações para este rejeito, foram sintetizadas espumas flexíveis de poliuretano utilizando este pó preto como carga. Cargas são substâncias adicionadas aos materiais poliméricos para melhorar suas propriedades mecânicas e térmicas. No presente trabalho, o pó preto foi adicionado às espumas e os compósitos obtidos foram comparados com compósitos de espumas contendo cargas comerciais como carbonato de cálcio e alumina. Foram utilizadas ainda, como carga, alumina recuperada do pó preto e uma mistura preparada com alumina comercial e hidróxido de alumínio. MEV, análises térmica e mecânica foram utilizadas para caracterizar as espumas flexíveis contendo pó preto. Estas espumas apresentaram excelentes propriedades mecânicas e de retardância de chamas. Análises por calorimetria exploratória diferencial (DSC) das espumas contendo o pó preto como carga mostraram transições vítreas dos segmentos flexíveis a ca. -50oC, e dos segmentos rígidos, acima de 0oC. Os valores de temperatura de transição vítrea, referente aos segmentos rígidos decresceram como o aumento de pó preto na formulação, sendo este fato atribuído, provavelmente, a reação entre o rejeito e isocianato. Neste caso, o excesso de isocianato introduzido na formulação para promoverligações cruzadas, enrijecendo a matriz polimérica, foi consumido na reação com o pó preto, ficando as cadeias poliméricas com maior liberdade de movimentação, fato esse que gera redução na temperatura de transição vítrea.
local.publisher.initialsUFMG

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