Estomias de Eliminação Intestinal: prevalência de complicações e fatores associados

dc.creatorGilmara Aparecida Batista Fernandes
dc.date.accessioned2025-10-06T12:12:11Z
dc.date.issued2025-07-03
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/520
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso aberto
dc.subjectPrevalência
dc.subjectEstomia
dc.subjectCuidados de Enfermagem
dc.subjectEstomaterapia
dc.subjectComplicações Pós-Operatórias
dc.subjectEpidemiologia Descritiva
dc.subjectProlapso
dc.subjectFatores Socioeconômicos
dc.subjectAutocuidado
dc.subject.otherPrevalência
dc.subject.otherEstomias
dc.subject.otherCuidados de enfermagem
dc.subject.otherEstomaterapia
dc.subject.otherCompliacações pós operatórias
dc.titleEstomias de Eliminação Intestinal: prevalência de complicações e fatores associados
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Prof.ª Drª Selme Silqueira de Mattos
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6412527855867020
local.contributor.referee1Prof. Drª Eline Lima Borges
local.contributor.referee1Enf. Me. Josimare Aparecida Otoni Spira
local.description.resumoObjetivo: estimar a prevalência de complicações em estomias de eliminação e identificar os fatores associados em pacientes de serviços especializados nos municípios de Minas Gerais. Método: estudo observacional transversal de abordagem analítica e de delineamento censitário realizado em 53 Serviços de Atenção à Saúde das Pessoas Ostomizadas. Os dados incluem a avaliação de todos os pacientes com estomia de eliminação registrado no Senso no período de 2020 a 2023 totalizando 9741 participantes. As análises estatísticas foram processadas pelo Software SPSS Statistics 20.0 para Windows, nível de significância 5%. Utilizou-se o teste qui-quadrado de Pearson e exato de Fisher para as variáveis categóricas e Odds Ratio (OD) para testar cruzamentos das variáveis categóricas binárias. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa sob parecer n.º 4.221.263, respeitando os preceitos éticos da Resolução n.º 466/2012 do Conselho Nacional de Saúde. Resultados:estudo composto por 9741 participantes, a maioria homens (53,9%), faixa etária entre 71 a 90 anos (36,7%), casados (42,4%), aposentados (26,4%) e renda salarial entre 1 e 2 salários mínimos (35,4%). Em relação a estomia, destaca-se colostomia (65,4%), ileostomia (22,3%), urostomia (10,1%), permanência temporária (47,3%), presença de complicações (38,9%), sendo as de maior incidência demartite (63,5%), retração (23,3%), prolapso (10,4%) e hérnia paracolostômica (12,8%). A associação entre o tipo de instituição onde foi realizada a cirurgia (p = 0,000), indicando maior propensão de complicações em pacientes operados pelo SUS; a capacidade para o manejo da estomia (p = 0,000), o tratamento com quimioterapia (p = 0,000) foi estatistiamente significante (p<0,05). Conclusão: O presente estudo permitiu estimar a prevalência das principais complicações associadas à estomia de eliminação, como dermatite periestomal, retração, prolapso e hérnia paracolostômica e a necessidade de fortalecer a formação de enfermeiros estomaterapeutas e consolidar políticas públicas de reabilitação como estratégias essenciais para garantir um cuidado integral, equitativo e humanizado.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENF - DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM BÁSICA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Enfermagem em Estomaterapia
local.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDE

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