Aplicação de avaliação de risco ao efluente de estação convencional de tratamento de água de grande porte

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Universidade Federal de Minas Gerais

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As estações de tratamento de água são de suma importância na produção de água de qualidade e segura para o consumo humano. O controle sobre a qualidade da água para abastecimento de acordo com as diretrizes e normas da legislação vigente para adequação aos padrões de potabilidade são bem rigorosos. A Organização Mundial da Saúde - OMS introduziu conceitos e ressalta a importância da realização da análise e avaliação de risco durante todo o processo de tratamento de água, da captação ao consumo. Neste estudo são abordadas as vertentes de perigo e risco, referentes ao potencial descumprimento aos limites estabelecidos na normativa vigente e ao atendimento ao plano mínimo de amostragem. São utilizados como indicadores a turbidez, cloro residual livre, coliformes totais e E. coli, os quais são avaliados a partir do efluente da estação de tratamento de água de grande porte no estado de Minas Gerais, no período de 2016 a 2017. A metodologia proposta por este estudo baseou-se nas diretrizes apresentadas no Manual de Procedimentos e Vigilância em Saúde Ambiental Relacionada à Qualidade da Água para consumo humano e no Guia de Qualidade da Água Potável da OMS. Os índices de cumprimento ao plano mínimo de amostragem da estação em estudo apresentaram valores satisfatórios para os parâmetros. O efluente da estação de tratamento de água atendeu as diretrizes da Portaria 2914/2011.

Abstract

As estações de tratamento de água são de suma importância na produção de água de qualidade e segura para o consumo humano. O controle sobre a qualidade da água para abastecimento de acordo com as diretrizes e normas da legislação vigente para adequação aos padrões de potabilidade são bem rigorosos. A Organização Mundial da Saúde - OMS introduziu conceitos e ressalta a importância da realização da análise e avaliação de risco durante todo o processo de tratamento de água, da captação ao consumo. Neste estudo são abordadas as vertentes de perigo e risco, referentes ao potencial descumprimento aos limites estabelecidos na normativa vigente e ao atendimento ao plano mínimo de amostragem. São utilizados como indicadores a turbidez, cloro residual livre, coliformes totais e E. coli, os quais são avaliados a partir do efluente da estação de tratamento de água de grande porte no estado de Minas Gerais, no período de 2016 a 2017. A metodologia proposta por este estudo baseou-se nas diretrizes apresentadas no Manual de Procedimentos e Vigilância em Saúde Ambiental Relacionada à Qualidade da Água para consumo humano e no Guia de Qualidade da Água Potável da OMS. Os índices de cumprimento ao plano mínimo de amostragem da estação em estudo apresentaram valores satisfatórios para os parâmetros. O efluente da estação de tratamento de água atendeu as diretrizes da Portaria 2914/2011.

Assunto

Qualidade da água, Recursos Hídricos Gerenciamento, Tratamento da água, Água Consumo

Palavras-chave

Análise de risco, qualidade da água, plano mínimo de amostragem, indicadores

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