Resposta eletromiográfica ao longo da série em protocolos de treinamento com diferentes durações das ações musculares concêntrica e excêntrica

dc.creatorBruno Magalhães de Castro
dc.date.accessioned2019-08-12T19:49:36Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:25:40Z
dc.date.available2019-08-12T19:49:36Z
dc.date.issued2012-12-14
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/VRNS-9QJDVV
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectExercícios físicos
dc.subjectEletromiografia
dc.subjectMusculação
dc.subject.otherEfeito agudo
dc.subject.otherSinal eletromiográfico
dc.subject.otherDurante as séries
dc.subject.otherAção muscular concêntrica
dc.subject.otherAção muscular excêntrica
dc.titleResposta eletromiográfica ao longo da série em protocolos de treinamento com diferentes durações das ações musculares concêntrica e excêntrica
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor-co1Sandra Carvalho Machado
local.contributor.advisor1Mauro Heleno Chagas
local.description.resumoO objetivo do presente estudo foi comparar o comportamento do aumento da amplitude do sinal eletromiográfico, ao longo de cada série, em dois protocolos de treinamento que diferiram somente pela duração das ações musculares. Dezenove homens realizaram os protocolos compostos por três séries do número máximo de repetições, pausa de 3 minutos entre as séries, intensidade de 60% de 1 repetição máxima e duração da repetição de 6s. Um dos protocolos apresentou ação concêntrica de 2s e excêntrica de 4s (protocolo 2-4) e o outro, ação concêntrica de 4s e excêntrica de 2s (protocolo 4-2). A atividade eletromiográfica dos músculos peitoral maior e tríceps braquial foi registrada, sendo os valores encontrados para cada repetição submetidos a uma análise de regressão linear. Como cada voluntário realizou um número diferente de repetições, esse procedimento foi realizado para que eles pudessem ser comparados no mesmo tempo percentual. Foram encontrados os valores da integral da atividade eletromiográfica relativos a cada 10% do tempo sob tensão (TST) de cada série (%iEMG). Então, foram comparadas as médias dos %iEMG obtidas em cada tempo entre os dois protocolos utilizando a ANOVA two-way com medidas repetidas (fator 1 protocolo; fator 2 tempo). O %iEMG foi maior no protocolo 4-2 que no protocolo 2-4 após 70%TST, na primeira série; e após 80%TST, na segunda série para o músculo peitoral maior. Entretanto, ao longo da terceira série para esse músculo, bem com ao longo das três séries para o músculo tríceps braquial, não houve diferença significante entre os protocolos. Em protocolos de treinamento que diferem somente pela duração das ações musculares, há um aumento mais acelerado do %iEMG no protocolo com maior duração da ação muscular concêntrica. Além disso, os dois músculos estudados responderam de maneira diferente aos mesmos protocolos
local.publisher.initialsUFMG

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