Trabalho docente e Covid-19: revisão da produção científica sobre repercussões da pandemia na saúde mental de docentes do ensino superior

dc.creatorJúlia Laughton Durante D’Angelis
dc.creatorGiovanni Campos Fonseca
dc.creatorStanley Schettino
dc.creatorRose Elizabeth Cabral Barbosa
dc.date.accessioned2025-07-17T12:08:49Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:02:36Z
dc.date.available2025-07-17T12:08:49Z
dc.date.issued2024-07-31
dc.description.abstractThe social distancing necessary to combat the Covid-19 pandemic demanded the interruption of in-person classes and the adoption of remote teaching, which resulted in significant changes to teaching. Based on the history documented in the literature related to the high prevalence of mental health problems among male and female teachers and their possible worsening during the pandemic period, this study aimed to review scientific production about the repercussions of work on the mental health of faculty members during the Covid-19 pandemic. A literature review was carried out using the Capes Periodicals Portal. Of the 453 publications found, 13 articles were selected that simultaneously met all the inclusion criteria adopted. Several outcomes related to the mental health of teachers were identified, among which anxiety was most frequent, with six occurrences (prevalence between 30.3 and 89.7%). Stress was identified in five studies (prevalence between 24.1 and 76.0%). Symptoms of depression appeared in two articles (prevalence of 50.0% and 65.5%). Burnout Syndrome was also recorded in two surveys (prevalence of 41.0% and 58.3%). Among the factors associated with the outcomes, difficulties related to the adoption of technological tools necessary in the transition from face-to-face teaching to remote teaching stood out.
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.22481/aprender.i31.14574
dc.identifier.issn2359-246X
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/83592
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofAPRENDER - Caderno de Filosofia e Psicologia da Educação
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectUniversidades e faculdades - Corpo docente
dc.subjectEnsino superior
dc.subjectEnsino a distância
dc.subjectCOVID-19, Pandemia de, 2020-2023
dc.subjectSaúde mental
dc.subjectBurnout (Psicologia)
dc.subjectProfessores - Estresse ocupacional
dc.subjectTranstornos da ansiedade
dc.subjectDistanciamento social (Saúde pública) e educação
dc.subject.otherTecnologia
dc.subject.otherEnsino remoto
dc.subject.otherAnsiedade
dc.subject.otherSíndrome de Burnout
dc.subject.otherEstresse
dc.titleTrabalho docente e Covid-19: revisão da produção científica sobre repercussões da pandemia na saúde mental de docentes do ensino superior
dc.title.alternativeTeaching work and Covid-19: review of scientific production on the impact of the pandemic on the mental health of faculty members
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage282
local.citation.issue31
local.citation.spage269
local.description.resumoO distanciamento social necessário para o enfrentamento à pandemia da Covid-19 impôs a interrupção de aulas presenciais e a adoção do ensino remoto, resultando em mudanças significativas para a docência. Baseando-se no histórico documentado na literatura relacionado à alta prevalência de acometimentos à saúde mental de professoras e professoras e seu possível agravamento no período pandêmico, este estudo teve como objetivo revisar a produção científica acerca das repercussões do trabalho na saúde mental de docentes do ensino superior durante a pandemia de Covid-19. Realizou-se revisão de literatura a partir do Portal de Periódicos Capes. Das 453 publicações encontradas, selecionaram-se 13 artigos que atendiam concomitantemente a todos os critérios de inclusão adotados. Identificaram-se diversos desfechos relacionados à saúde mental de docentes, dentre os quais a ansiedade foi mais frequente, com seis ocorrências (prevalências entre 30,3 e 89,7%). O estresse foi identificado em cinco estudos (prevalências entre 24,1 e 76,0%). Sintomas de depressão figuraram em dois artigos (prevalências de 50,0% e 65,5%). A Síndrome de Burnout foi registrada também em duas pesquisas (prevalências de 41,0% e 58,3%). Dentre os fatores associados aos desfechos destacaram-se dificuldades relacionadas à adoção de ferramentas tecnológicas necessárias na transição do ensino presencial para o ensino remoto.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICA - INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://periodicos2.uesb.br/aprender/article/view/16324

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