Viver na fronteira: a consciência da intelectual diaspórica em "Um defeito de cor", de Ana Maria Gonçalves
| dc.creator | Cristiane Felipe Ribeiro de Araujo Cortes | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-14T17:05:31Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:00:27Z | |
| dc.date.available | 2019-08-14T17:05:31Z | |
| dc.date.issued | 2010-03-19 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/ECAP-83SGJN | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | História na literatura | |
| dc.subject | Cultura afro-brasileira | |
| dc.subject | Gonçalves, Ana Maria, 1970- Defeito de cor Critica e interpretação | |
| dc.subject | Diáspora africana | |
| dc.subject | Identidade na literatura | |
| dc.subject | Ficção histórica brasileira | |
| dc.subject | Memória na literatura | |
| dc.subject.other | memória | |
| dc.subject.other | diáspora africana | |
| dc.subject.other | gênero | |
| dc.title | Viver na fronteira: a consciência da intelectual diaspórica em "Um defeito de cor", de Ana Maria Gonçalves | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor1 | Marcos Antonio Alexandre | |
| local.contributor.referee1 | Constancia Lima Duarte | |
| local.contributor.referee1 | Iris Maria da Costa Amâncio | |
| local.description.resumo | A presente dissertação objetiva evidenciar a importância do intelectual diaspórico nas sociedades para a relativização de conceitos ditos hegemônicos e de discursos utilizados para subjugar culturas. Para tanto, escolhemos o romance de metaficção historiográfica Um defeito de cor cuja protagonista, Kehinde, faz da perda um mote para uma série de reflexões sobre família, lugar e identidades que contribuem significativamente para a releitura dos conceitos de memória e história presentes nos debates atuais. Sabendo que a memória e a imaginação são dois importantes elementos de construção de identidade, esta pesquisa suscitará a ideia de como o processo da reminiscência se dá na construção da identidade do sujeito diaspórico. Levaremos em consideração o fato de que as recordações são fundamentais porque tecem a memória íntima com aquela compartilhada entre os pares, realizando assim a passagem do individual ao coletivo, do pessoal ao histórico. Essa memória coletiva irá aproximar o livro de Ana Maria Gonçalves das narrativas que contribuem para o acervo da cultura afro-brasileira, pois a recuperação - ainda que ficcional, neste caso - da memória íntima faz emergir uma voz coletiva da vivência comum do povo afro-brasileiro e, conseqüentemente, do sujeito remanescente da diáspora. A dissertação discutirá à luz da teoria relacionada à necessidade da escrita de uma outra história que seja capaz de trazer à tona conceitos e reflexões acerca da formação das identidades brasileiras a partir da ótica dos sujeitos diaspóricos. Esses sujeitos, ao questionarem a historiografia e proporem sua reescrita, poderão promover a descentralização dos discursos que fomentaram estereótipos e contribuíram para submeter culturas. Se a história se modifica de acordo com o ângulo, com a perspectiva de quem lê ou escreve, a carta que narra a vida da mãe para o filho, que é o substrato do romance, promoverá uma reflexão acerca de acontecimentos históricos não historiográficos que se propõem como um importante elemento de relativização cultural | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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