Realidade virtual na reabilitação físico-funcional de idosos: uma revisão sistemática
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Monografia de especialização
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Resumo
O objetivo desse estudo foi revisar sistematicamente a literatura sobre intervenções utilizando a
Realidade Virtual (RV), e avaliar seus efeitos na reabilitação físico-funcional de idosos, bem
como traçar um perfil do estado da arte. Revisão Sistemática de estudos publicados até julho de
2011, nas línguas portuguesa e inglesa, que tivessem as palavras-chave pesquisadas no título ou
resumo, pesquisados nas bases de dados Medline, PEDro, Biblioteca Cochrane, e LILACS.
\Critérios de inclusão: amostra com média de idade maior ou igual a 65 anos, desfechos de
interesse estivesse ligados a aspectos da reabilitação físico-funcional, utilizando RV. Foram
excluídos estudos cuja amostra apresentasse demência em estágio avançado, Acidente Vascular
Encefálico e Traumatismo Raqui Medular, artigos cujo desfecho de interesse fosse
exclusivamente a reabilitação cognitiva, e estudos de caso único. Para análise metodológica dos
estudos experimentais foi utilizada a escala Pedro. A pesquisa bibliográfica referente aos ensaios
clínicos resultou em um total de 41 artigos, dos quais 33 artigos foram excluídos, 16 artigos
repetidos entre as bases pesquisadas e os demais após aplicação dos critérios de inclusão e
exclusão. Oito artigos foram selecionados, sendo que todos estava indexados no Medline, e um
deles repetido na base PEDro. Além disso, foram encontrados dois estudos nas referências dos
artigos selecionados. Finalmente, dos 10 artigos, cinco descrevem estudos experimentais e cinco
quasi-experimentais. As principais disfunções físico-funcionais abordadas foram alterações do
equilíbrio/controle postural/estabilidade postural, da marcha usual, na tarefa dupla e esforço
percebido. Houve uma grande variabilidade em relação aos protocolos e ao sistema de RV
utilizados. As doenças abordadas diretamente foram Doença de Parkinson (DP), Distúrbios
vestibulares e pacientes submetidos à revascularização miocárdica. Os estudos analisados
sugerem que as abordagens utilizando RV são tão efetivas quanto outras terapias convencionais,
e apontam vantagens peculiares do uso dessa ferramenta sobre outras modalidades terapêuticas
aplicáveis na reabilitação físico-funcional de idosos. Porém, ainda não há consenso quanto à
melhor modalidade, freqüência, intensidade e dose ótima para melhores efeitos.
Abstract
Assunto
Palavras-chave
Idosos, Realidade virtual, Reabilitação, Funcionalidade, Elderly, Virtual reality, Rehabilitation, Functionality