Bases neurais do efeito do enquadramento

dc.creatorMatheus Barbosa Rabello
dc.date.accessioned2021-06-08T11:43:23Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:34:03Z
dc.date.available2021-06-08T11:43:23Z
dc.date.issued2020-06-23
dc.description.abstractWe are constantly absorbing contextual information implicitly and our decisions are influenced by them without us being aware of it. When we make a decision derived from the way this information is described or presented, passively and lacking an in-depth reflection, we denominate it as Framing Effect. This effect impacts substantial fields, such as medicine, consumer behavior and education. Some people are more susceptible to framing, while others are more resistant. This work aims to describe its neural bases, still little understood, to determine how this process works.Thus, it can be clarified how best to apply it in assisting people in making beneficial choices, in addition to preventing harmful situations. This review was structured according to the Dual Process Theory that divides the mental processes in two (Type 1 or T1 and Type 2 or T2). Based on this, the brain areas most susceptible to framing are mainly related to T1, which is responsible to autonomous, automatic and instinctive processing. When there is resistance to the framing effect, brain activation occurs particularly in areas related to T2, which is accountable to more complex neural mechanisms, therefore, to non-autonomous, deliberate and conscious processing. The interaction between the T1 and T2 modules evaluates the information and predicts the susceptibility of the effect in individuals. Considering the body of studies analyzed, it is reasonable to suggest that the influence of framing on decisions is greater in an emotional context or in which it presents conformity with mental predispositions. Equally, the greater the involvement of areas related to executive functions linked to T2, the greater the resistance to the framing effect. Although the literature on the subject is robust, there is still little information regarding its neurobiological bases. Thus, it is necessary to invest in research that addresses the topic in all its multiplicity.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/36384
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectNeurociências
dc.subjectEnquadramento (Psicologia)
dc.subject.otherNeurociências
dc.subject.otherNeurociências e efeito de enquadramento
dc.subject.otherBases neurais do efeito de enquadramento
dc.subject.otherFraming effect
dc.subject.otherNeurobasis of framing effect
dc.subject.otherFraming effect neuroimaging
dc.subject.otherFraming effect fmri
dc.subject.otherEfeito de enquadramento
dc.titleBases neurais do efeito do enquadramento
dc.title.alternativeNeural basis of the framing effect
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Ramon Moreira Cosenza
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7832300062369054
local.contributor.referee1Antonio Jaeger
local.contributor.referee1Thaís de Bessa Gontijo de Oliveira
local.description.resumoA todo momento, absorvemos informações contextuais de forma implícita e nossas decisões são influenciadas por elas sem que tomemos consciência disso. Quando tomamos uma decisão derivada da forma como estas informações são descritas ou apresentadas, de forma passiva e sem uma reflexão mais aprofundada, denominamos de framing effect ou efeito de enquadramento. Este efeito afeta campos substanciais, como medicina, comportamento do consumidor e educação. Alguns indivíduos são mais suscetíveis ao framing, enquanto outros são mais resistentes. Este trabalho tem como objetivo descrever suas bases neurais, ainda pouco compreendidas, para entender o funcionamento desse processo. Dessa forma, pode-se esclarecer em como melhor aplicá-lo para auxiliar pessoas a fazerem escolhas benéficas, além de prevenirem-se de situações prejudiciais. Esta revisão foi estruturada de acordo com a teoria do processamento duplo que divide os processos mentais em dois (Processamento do tipo 1 ou T1 e Processamento do tipo 2 ou T2). Fundamentado nisso, observou-se que áreas cerebrais mais susceptíveis ao framing estão associadas principalmente ao T1, relacionado ao processamento autônomo, automático e instintivo. Quando há resistência ao efeito de enquadramento, ocorre ativação cerebral particularmente em áreas relacionadas ao T2, relativo a mecanismos neurais mais complexos, logo, ao processamento não-autônomo, deliberado e consciente. A interação entre o T1 e T2 modula a avaliação da informação e prediz a susceptibilidade do efeito em indivíduos. Considerando o corpo de estudos analisados, é razoável sugerir que a influência do enquadramento nas decisões é maior em um contexto emotivo ou que apresente conformidade com as predisposições mentais. Equitativamente, quanto maior o envolvimento de áreas relacionadas a funções executivas abarcadas no T2, maior a resistência ao efeito de enquadramento. Apesar de a literatura sobre a temática ser robusta, ainda existe pouca informação quanto às suas bases neurobiológicas. Dessa forma, faz-se necessário o investimento em pesquisas que abordem o tópico em toda sua multiplicidade.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLOGICAS
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Neurociências e Suas Fronteiras

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