Resíduos sólidos nas ocupações urbanas autoconstruídas: aproximações entre práticas cotidianas e os princípios da sustentabilidade sociocultural

dc.creatorMarcela Silviano Brandão Lopes
dc.creatorLuiza da Anunciação Guinho
dc.creatorMatheus Silva Coelho
dc.date.accessioned2022-07-20T22:52:38Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:32:42Z
dc.date.available2022-07-20T22:52:38Z
dc.date.issued2019-10
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.isbn9786580968091
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/43494
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCongresso de Escolas e Faculdades Públicas de Arquitetura da América do Sul
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectSustentabilidade
dc.subjectResíduos
dc.subjectConstrução civil
dc.subject.otherResíduos sólidos
dc.subject.otherOcupações urbanas
dc.subject.otherSustentabilidade socioambiental
dc.titleResíduos sólidos nas ocupações urbanas autoconstruídas: aproximações entre práticas cotidianas e os princípios da sustentabilidade sociocultural
dc.typeArtigo de evento
local.citation.issue23
local.description.resumoQuando se fala em vilas, favelas e ocupações urbanas autoconstruídas pensa-se exclusivamente na precariedade e na insalubridade desses territórios, dada a insuficiência de infraestrutura e estrutura construtiva e urbana. Em resposta a tantos problemas, se abrem, via de regra, políticas urbanas e habitacionais baseadas em remoção de moradores e/ou higienização do território, desconsiderando totalmente as singularidades dos modos de vida existentes e as construções autoconstruídas. Visando outra direção, propõem-se que os paradigmas que definem o que seja um problema espacial e uma solução adequada sejam complexificados, e que a qualificação das perguntas e afirmações seja feita no encontro dos pesquisadores e técnicos com o território, buscando evidenciar as soluções que já estão sendo engendradas pelos moradores na sua vivência cotidiana. Aposta-se que tal deslocamento possa positivar práticas já em curso, e ativar novos procedimentos e articulações na construção de outros paradigmas para futuras avaliações e intervenções nos territórios informais. Diante desse princípio, este artigo tem como objetivo a discussão sobre aproximações possíveis entre a prática de coleta de resíduos sólidos da construção civil — janelas, portas, vasos sanitários, peças de granito, etc. — e sua utilização na construção das moradias em ocupações urbanas autoconstruídas, e os preceitos relativos à sustentabilidade socioambiental (HAWKS, 2019), à tecnologia social (BAVA, 2004) e à economia solidária (SINGER, 2002).
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentARQ - ESCOLA DE ARQUITETURA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://proceedings.science/arquisur-2019/papers/residuos-solidos-nas-ocupacoes-urbanas-autoconstruidas--aproximacoes-entre-praticas-cotidianas-e-os-principios-da-susten?lang=pt-br

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