A lógica do intuído: uma abordagem genética e hiléticofenomenológica de conhecimentossensíveis

dc.creatorRicardo Miranda Nachmanowicz
dc.date.accessioned2019-08-13T23:18:04Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:52:51Z
dc.date.available2019-08-13T23:18:04Z
dc.date.issued2016-11-16
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-AQFNK7
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectHusserl, Edmund, 1859-1938
dc.subjectFilosofia
dc.subjectIntuição
dc.subjectFenomenologia
dc.subject.otherFilosofia
dc.titleA lógica do intuído: uma abordagem genética e hiléticofenomenológica de conhecimentossensíveis
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Eduardo Soares Neves Silva
local.contributor.referee1Carlos Vicente de Lima Palombini
local.contributor.referee1Jose Luiz Furtado
local.contributor.referee1Dario Alves Teixeira Filho
local.contributor.referee1Andre Joffily Abath
local.description.resumoA tese se dedica a examinar e buscar a causa de uma certa sequência de fatos cognitivos que se ligam exclusivamente à intuição sensível [percepção sensível]. Os fatos podem ser formalmente ilustrados da seguinte maneira: (a) a situação onde um objeto é plenamente compreendido; (b) a situação onde um objeto não é compreendido nem reconhecido; (c) a situação onde o mesmo objeto (b) passa a ser compreendido e reconhecido. Ressaltamos com esses fatos que a intuição pode vir a sofrer uma perda brusca de informações, e em seu caso mais extremo sofrer o que definimos como 'colapso intuitivo'. Umavez que o colapso intuitivo não se liga a modificações intencionais ou atividade conceitual, como também a nenhuma forma de recognição de objetos em sentido signitivo ou categorial, concluímos que as estruturas intuitivas agem de forma estruturante sob o material hilético de forma autônoma, independentes de um sistema conceitual da apercepção ou de fatores eidéticos. Em vista desses fatos buscamos fundamentar uma orientação hilético-fenomenológica para a fenomenologia husserliana, o que inclui uma definição precisa e rigorosa do termo intuição e intuição sensível, a investigação acerca das características morfológicas puras da intuição sensível e por fim uma crítica e desambiguação para com a fenomenologia orientada a objetos ideais. Em vista da sequência de fatos apresentada se desenvolver sob o eixo tempo o aspecto genético se torna fundamental para a compreensão da ascensão de uma estrutura intuitiva onde uma vez ela não foi efetiva. Para além da exposição das características intuitivas sensíveis e hiléticas em sentido estático postulamos que a faculdade da intuição produz formas estruturantes através do tempo a partir de atos complicadores inerentes a essa faculdade, promovendo novas configurações perceptivas para objetos já conhecidos e torna efetiva a compreensão de objetos antes colapsados. Por fim damos o nome de conhecimento sensível aos processos estruturantes e genéticos da intuição sensível.
local.publisher.initialsUFMG

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