Territorialidades infantis na ocupação Rosa Leão (Belo Horizonte - MG)

dc.creatorLuciana Maciel Bizzotto
dc.date.accessioned2022-11-08T15:16:02Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:52:28Z
dc.date.available2022-11-08T15:16:02Z
dc.date.issued2022-05-30
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/47024
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relationPrograma Institucional de Internacionalização – CAPES - PrInt
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEducação
dc.subjectEducação de crianças - Belo Horizonte (MG)
dc.subjectInfância - Aspectos sociais
dc.subjectDireito à educação
dc.subjectDireitos das crianças
dc.subjectNegras - Condições sociais
dc.subjectEducação urbana
dc.subjectFeminismo - Aspectos educacionais
dc.subjectTerritorialidade humana
dc.subjectOcupações
dc.subjectBelo Horizonte (MG) - Ocupações - Relações raciais
dc.subject.otherOcupações urbanas
dc.subject.otherInfância
dc.subject.otherTerritorialidades infantis
dc.subject.otherDireitos das crianças
dc.subject.otherMulheres
dc.titleTerritorialidades infantis na ocupação Rosa Leão (Belo Horizonte - MG)
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Levindo Diniz Carvalho
local.contributor.advisor1Maria Cristina Soares de Gouvêa
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8953647096536151
local.contributor.referee1Ana Maria Rabelo Gomes
local.contributor.referee1Marcia Aparecida Gobbi
local.contributor.referee1Maria Lídia Bueno Fernandes
local.contributor.referee1Denise Morado Nascimento
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5865583404944995
local.description.resumoEsta tese tem como objetivo analisar experiências infantis na ocupação Rosa Leão, uma das ocupações de terrenos da Região da Izidora, localizada em Belo Horizonte (MG). Trata-se de uma continuidade da pesquisa de mestrado que evidenciou a centralidade das crianças no discurso pela defesa do direito de famílias à moradia digna. Partindo do campo dos estudos da infância, a pesquisa se apoiou em duas estratégias metodológicas: (i) observação participante de um grupo de cerca de 15 crianças moradoras da ocupação Rosa Leão, de 02 a 14 anos de idade, realizada entre julho e dezembro de 2019; e (ii) entrevistas com famílias, coordenadoras locais e agentes sociais dos equipamentos públicos localizados no entorno da mesma ocupação, realizadas entre novembro de 2020 e abril de 2021, no contexto da pandemia da Covid-19. A análise dos dados observou os seguintes aspectos: (i) as ocupações urbanas enquanto movimento de resistência; (ii) a constituição de territorialidades infantis na ocupação por meio do brincar revolucionário; (iii) a autonomia e a liberdade de circulação de crianças para acessar direitos; e (iv) o protagonismo feminino e negro nas ocupações e as trajetórias de luta das famílias. A discussão não se pautou em uma única matriz teórica, mas revelou escolhas a partir da empiria e em afinidade com referenciais do chamado Sul global, buscando tensionar uma concepção hegemônica e universal de infância. Dois caminhos também se mostraram essenciais: (i) a adoção de uma abordagem relacional, que considera a criança inserida em relações intergeracionais; e (ii) a (re)aproximação com os estudos feministas, com destaque para a categoria do cuidado, evidenciado nas práticas das mulheres negras e das crianças que protagonizam esse movimento de resistência.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educação - Conhecimento e Inclusão Social

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