Transnacionalização da educação superior: reflexos do Acordo Geral de Comércio de Serviços (AGCS/GATS) na regularização normativa transnacional da educação superior brasileira
| dc.creator | Karla da Silva Costa | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-12T14:41:39Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:05:00Z | |
| dc.date.available | 2019-08-12T14:41:39Z | |
| dc.date.issued | 2009-09-01 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/FAEC-83ZPWM | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Educação | |
| dc.subject | Ensino superior Aspectos sociológicos Aspectos economicos Aspectos jurídicos | |
| dc.subject.other | Educação privada | |
| dc.subject.other | Política educacional | |
| dc.subject.other | Internacionalização da educação | |
| dc.subject.other | Educação superior | |
| dc.title | Transnacionalização da educação superior: reflexos do Acordo Geral de Comércio de Serviços (AGCS/GATS) na regularização normativa transnacional da educação superior brasileira | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor1 | Marisa Ribeiro Teixeira Duarte | |
| local.contributor.referee1 | Mario Luiz Neves de Azevedo | |
| local.contributor.referee1 | Dalila Andrade Oliveira | |
| local.description.resumo | Tendo por referência a emergência dos processos de regulação transnacional das políticas educacionais (Barroso, 2006) e de mutações políticas e sociais internas ao Brasil, este estudo analisou os termos do Acordo Geral de Comércio e Serviços, ratificado pelo país em 1994. Este acordo regula a inserção da prestação de serviços de educação superior na lista de serviços comerciais da Organização Mundial do Comércio. Em seguida, analisa as concepções de serviço público, bem público e serviços mercantis/comerciais, que fundamentam os debates e o quadro normativo brasileiro sobre a inclusão da educação superior como serviço comercial passível de ser regulado por esta agência multilateral. Neste aspecto, observa que o texto constitucional de 1988, ao não assegurar o reconhecimento dos serviços de educação superior como bem público, é permeável às possibilidades de regulação normativa transnacional. Introduz a hipótese das inúmeras instituições privadas de educação superior não lucrativas, existentes no país, apresentarem restrições a esse modo de regulação. Por essa razão, procurou dimensionar a presença de atores privados internos ao sistema de educação superior brasileiro com interesses contrários a regulação comercial da prestação de serviços de educação superior. A pesquisa efetuou um levantamento da configuração institucional do sistema brasileiro de educação superior e selecionou as vinte maiores instituições privadas quanto à matricula. Em seguida, realizou estudo de três casos IES privadas com o intuito de conhecer sua organização operacional. Os principais achados revelam a existência de uma rede de instituições de educação superior articuladas por mantenedoras, que por sua vez apresentam modelos organizacionais distintos. Conclui-se pela prestação de serviços em bases comerciais na educação superior brasileira e pela supressão de tratamento diferenciado as instituições não lucrativas. Esta configuração do sistema de educação superior contribuiria para ampliar a internacionalização mercantil desses serviços no país e do país. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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