O tráfico também é feminino!: Aproximações ao trabalho das mulheres no comércio varejista de drogas

dc.creatorNaiara Cristiane da Silva
dc.date.accessioned2019-08-10T00:24:07Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:22:19Z
dc.date.available2019-08-10T00:24:07Z
dc.date.issued2015-03-30
dc.description.abstractThis study aimed to analyze the work activity of women in drug trafficking as well as the senses of work and psychosocial impacts involved in adhering to this activity. The field research was conducted at the Association for the Protection and Assistance Condemned (APAC) female located in Itaúna with life history collection and observation of women prisoners as a result of drug trafficking. This study-guided in the prerogative that drug trafficking is organized and structure as work activity now represents possibility of labor insertion also for women albeit informal and illegal way. Retail trade in drugs as hegemonic masculine space opens the doors of their "firms" for the entry of women who come to participate in the precise form of marginal economy and income generation provided by the drug industry. In this sense, the drug trade is analyzed in this study based on cyclical and structural issues that demonstrate the growing participation of women in the drug business is most often rooted in deep social inequalities, which can not be separated from economic globalization and precarizações the growing world of work. Currently drug trafficking is the activity that more women forward for the imprisonment and understanding bases remain obscure and made invisible. Features gender linked to representations of criminal woman contribute to the inevitable allocation of entry and permanence of women in this activity with the male presence which contributes to the victimization of women. It was intended through this study denaturalize the usual binding recognizing women in active subjects and protagonists, with possibilities of autonomy in their choices.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-ARNFWH
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectTrabalho
dc.subjectMulheres
dc.subjectRelação de gênero
dc.subjectTrafico de drogas
dc.subjectPsicologia
dc.subject.otherTrabalho
dc.subject.otherSociabilidade e saúde
dc.subject.otherPsicologia Social
dc.titleO tráfico também é feminino!: Aproximações ao trabalho das mulheres no comércio varejista de drogas
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Vanessa Andrade de Barros
local.contributor.referee1Marisa Feffermann
local.contributor.referee1Magda Maria Bello de Almeida Neves
local.description.resumoO presente estudo propôs-se a analisar a atividade de trabalho das mulheres no tráfico de drogas bem como os sentidos desse trabalho e os impactos psicossociais envolvidos na adesão a essa atividade. A pesquisa de campo foi realizada na Associação de Proteção e Assistência ao Condenado (APAC) feminina localizada em Itaúna com recolhimento de uma história de vida e observação de mulheres presas em decorrência do tráfico de drogas. Este estudo pautou-se na prerrogativa de que o tráfico de drogas se organiza e se estrutura como atividade de trabalho passando a representar possibilidade de inserção laboral também para as mulheres ainda que de maneira informal e ilegal. O comércio varejista de drogas como espaço hegemonicamente masculino abre as portas de suas firmas para a entrada das mulheres que passam a participar da meticulosa forma de economia marginal e geração de renda oferecida pela indústria das drogas. Nesse sentido, o tráfico de drogas é analisado nesse estudo a partir das questões conjunturais e estruturais evidenciando que a crescente participação das mulheres no negócio das drogas está na maioria das vezes alicerçada em profundas desigualdades sociais, que não podem ser dissociadas da globalização da economia e das crescentes precarizações do mundo do trabalho. Atualmente o tráfico de drogas é a atividade que mais encaminha as mulheres para o aprisionamento e as bases de entendimento continuam obscuras e invisibilizadas. Características de gênero atreladas às representações acerca da mulher criminosa contribuem para a inevitável atribuição da entrada e permanência das mulheres nessa atividade com a presença masculina o que contribui para a vitimização das mulheres. Pretendeu-se por meio desse estudo desnaturalizar a habitual vinculação de menos valia das mulheres no mundo do crime, reconhecendo-as como sujeitos ativos e protagonistas, com possibilidades de autonomia em suas escolhas.
local.publisher.initialsUFMG

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