Ocorrência de Dermatite associada à incontinência em recém-nascidos internados em uma unidade neonatal

dc.creatorLeiliane Maria da Cunha Mourão Ferreira
dc.date.accessioned2021-01-29T14:34:12Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:32:36Z
dc.date.available2021-01-29T14:34:12Z
dc.date.issued2020-07-08
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/34888
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDermatite das Fraldas
dc.subjectIncontinência Urinária
dc.subjectIncontinência Fecal
dc.subjectNeonatologia
dc.subject.otherDermatite das Fraldas
dc.subject.otherIncontinência Urinária
dc.subject.otherIncontinência Fecal
dc.subject.otherNeonatologia
dc.titleOcorrência de Dermatite associada à incontinência em recém-nascidos internados em uma unidade neonatal
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Célia Maria de Oliveira
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9391711154551929
local.contributor.referee1Eline Lima Borges
local.contributor.referee1Selme Silqueira de Matos
local.description.resumoCuidados estruturados com a pele frágil de recém-nascidos (RN) são meios reconhecidos para reduzir os riscos de Dermatite Associada à Incontinência (DAI). Entretanto, a falta de uma ferramenta para avaliação padronizada e de um protocolo de intervenção dificulta a gestão da DAI. Entendido isso, esta pesquisa tem como objetivo estimar a incidência de DAI em unidade neonatal, após implantação de protocolo operacional padrão. Trata-se de um estudo epidemiológico quase-experimental, realizado em uma Unidade Neonatal de um hospital público geral, em Belo Horizonte, MG. Nele, foram avaliados 243 prontuários de RN internados no período de junho a dezembro de 2019, antes e após capacitação da equipe e implantação de um protocolo para manejo e prevenção da DAI. Os dados foram analisados através de estatística descritiva, frequência simples, percentual, média e desvio-padrão, além de Odds Ratio (OR) para avaliação da implantação do protocolo e correlação de Pearson a fim de medir o grau de correlação entre tempo de internação e presença de dermatite. A maioria dos RN era do sexo masculino, prematuro, de baixo peso. O tempo médio de internação foi de 25,1 dias e a incidência de DAI total foi de 35%. Após a capacitação e implantação de protocolo, a incidência de DAI caiu de 36,5% para 33,6%. Não foi observada diferença estatística entre os dois períodos. O tempo médio para ocorrência de DAI, na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN), foi de 18,3 dias e na Unidade de Cuidados Intermediários Neonatal Convencional (UCINCO) foi de 22,7 dias. Em relação à frequência de episódios de DAI, a maioria dos RN apresentou apenas um episódio. O primeiro episódio de DAI ocorreu até 30 dias de vida dos RN, nas duas unidades. O principal tipo de DAI foi hiperemia. Após este estudo, considera-se que deve ser realizada nova abordagem da equipe assistencial da instituição, discutindo as dificuldades ou falhas no plano de cuidados com a pele e, por meio de processo educativo, investir na prevenção de DAI
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENFERMAGEM - ESCOLA DE ENFERMAGEM
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Enfermagem em Estomaterapia

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