Relações de gênero e sexismo na educação profissional e tecnológica

dc.creatorSabrina Fernandes Pereira Lopes
dc.creatorRaquel Quirino
dc.date.accessioned2022-03-30T23:18:02Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:10:44Z
dc.date.available2022-03-30T23:18:02Z
dc.date.issued2017
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.3895/cgt.v10n36.7676
dc.identifier.issn2674-5704
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/40643
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCadernos de gênero e tecnologia
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEducação
dc.subjectRelações de Gênero
dc.subjectSexismo
dc.subject.otherEducação Tecnológica
dc.titleRelações de gênero e sexismo na educação profissional e tecnológica
dc.title.alternativeGender relations and sexism in professional and technological education
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.issue36
local.citation.spage58
local.citation.volume10
local.description.resumoNo Brasil, a educação profissional técnica de nível médio, embora abrigue um número cada vez maior de mulheres, ilustra uma realidade de desigualdade, na qual os marcadores e estereótipos de gênero influenciam as escolhas profissionais das estudantes. Dados do INEP (2015) evidenciam que em todo o Brasil as mulheres se concentram em cursos cujas áreas de atuação reportam ao cuidado e a uma estreita ligação com o trabalho doméstico, tais como os cursos dos eixos tecnológicos: Ambiente e Saúde e Turismo, Hospitalidade e Lazer. O presente trabalho, derivado de uma pesquisa de mestrado, analisa as escolhas realizadas por alunas por um determinado curso técnico em detrimento de outros. Utilizou-se um levantamento documental em uma instituição da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica e análise do discurso de alunas dos cursos com maior e menor concentração feminina na instituição. Os resultados evidenciam deslocamentos e permanências na dinâmica das relações de gênero durante o acesso e permanência na Educação Profissional e Tecnológica, destacam os preconceitos presentes nos cursos de maioria masculina e a continuidade da maior participação feminina em cursos relacionados às habilidades vistas como inatas nas mulheres. No entanto, evidencia-se uma crescente convicção das alunas sobre a assertividade de suas escolhas e uma resistência à ideia hegemônica de que áreas técnicas altamente feminizadas sejam desvalorizadas social e economicamente.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentBIU - BIBLIOTECA UNIVERSITARIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://periodicos.utfpr.edu.br/cgt/article/view/7676

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