Análise da cobertura pedológica em uma topossequência na bacia do córrego dos Pereiras - Depressão de Gouveia/MG

dc.creatorFrederico Fernandes de Avila
dc.date.accessioned2019-08-12T11:43:58Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:44:30Z
dc.date.available2019-08-12T11:43:58Z
dc.date.issued2009-05-08
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/MPBB-7YRMKK
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCiência do solo
dc.subjectGeografia do solo
dc.subjectMorfogênese
dc.subjectSolos Formação
dc.subject.othergeografia
dc.titleAnálise da cobertura pedológica em uma topossequência na bacia do córrego dos Pereiras - Depressão de Gouveia/MG
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Vilma Lucia Macagnan Carvalho
local.contributor.referee1Cristina Helena R Rocha Augustin
local.contributor.referee1Cristiane Valeria de Oliveira
local.contributor.referee1Selma Simões de Castro
local.description.resumoO conhecimento da organização e origem alóctone ou autóctone da cobertura pedológica, sobretudo em escala de vertente, fornece instrumentos para avaliar as formas pelas quais se dá a evolução do relevo e dos perfis de intemperismo. O estudo em topossequência da morfologia do solo fornece grandes subsídios a este conhecimento, auxiliando na compreensão do comportamento e funcionamento dos solos. Neste sentido, objetivo desta pesquisa é analisar a organização da cobertura pedológica em uma vertente do córrego dos Pereiras e verificar qual o papel e a importância dos processos geoquímicos e pedogenéticos na evolução geomorfológica da área da Depressão de Gouveia. Esta pesquisa é essencialmente empírica e foi desenvolvida em três etapas: gabinete; trabalho de campo; e laboratório. Na etapa de gabinete, compreendeu-se por fazer um levantamento teórico e cartográfico das características ambientais da área e fotointerpretação. Os trabalhos de campo seguiram a metodologia de Soulet (1988), baseada no levantamento de topossequêncía com a abertura de quatro perfis, fazendo a descrição morfológica e coleta de amostras deformadas e indeformadas. As atividades de laboratório compreenderam a realização de sete análises: granulometria; ataque sulfúrico; pH; química total; mineralogia; razão Zr/quartzo e Zrrri; e micrómorfologia. A vertente estudada possui aproximadamente 800 m de comprimento, é suavemente convexa e de inclinação crescente em direção à base. Tpdos os quatro perfis foram classificados como Latossolos e a principal característica identificada que os diferencia é a cor, no qual pôde encontrar Latossolos Vermelho, Afnarelo e Vermelho-Amarelo. As principais variações encontradas na cobertura pedológica da topossequência foram identificadas nos Iitopedodomínios. Todos os dados levam a interpretação de que a movimentação hídrica vertical na topossequência predoinina sobre a lateral, atestada pela grande profundidade do manto de intemperismo, demonstrando estar em alto estado de equilíbrio. Os dados demonstram também que o manto de intemperismo é originado de material in situ e o processo de evolução pedogeomorfológica da topossequência evoluiu a partir dos moldes oferecidos pela teoria da etchplanação. A superfície de intemperismo basal é atestada pela grande atividade dos processos subsuperficiais desagregando material para a ação da superfície exumada de lavagem, que rebaixa o relevo através dos processos mecânicos de escoamento pluvial, remobilizando material vertente abaixo. Características encontradas na topossequência levam a crer que a estrutura pedológica da região pode ainda estar se ajustando ao encaixamento da rede de drenagem do Ciclo Paraguaçu, pois a decaptação dos horizontes superiores da alta vertente e a presença de uma voçoroca, podem ser indícios de uma incipiente instabilidade, denotando o inicio de um front de podzolização.
local.publisher.initialsUFMG

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