Ofícios artesanais e construção de identidades: encontros com artesãos de Prados - MG

dc.creatorMateus Pires Moreira Mesquita
dc.date.accessioned2019-08-12T18:39:51Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:23:18Z
dc.date.available2019-08-12T18:39:51Z
dc.date.issued2009-08-24
dc.description.abstractAn investigation about artisans' identity construction process is the issue of this research. Subjects that have developed their own professional skills and knowledge based on productive practice at handicraft workshops, understood as singular educative places in which the learning of a job is reached through the practice itself into a spatial and temporal environment different of the factory's or professional development training programs. Thislearning process exceeds the mere manufacturing skills acquisition, contributing for the subjective and social constitution of its subjects, undertook on a complex interaction of actions, actors, spaces and times. Throughout the History, the practice of these workers has been classified as an unworthy activity to free men, took as a rough and repetitive job that didn'tdeserve any attention over its learning wrongly reduced to the triad: repeat-imitateproduce. These artisans have a singular knowledge of the production process that couldn't be reduced to repetitive or isolated tasks as it happens to many workers nowadays. They are called to make elaborated tasks that refuse the common division of labour understanding, in which manual and intellectual dimensions are took apart. However, these workers aren't immune to the peculiar labour relations of a capitalist and globalized society, otherwise they participate of its contradictions. Even though that crafts represent traditional jobs that remit ancient modes ofproduction, its workers are contemporary subjects
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/HJPB-7ZPHND
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectArtesãos Identidade social
dc.subjectAutodidatismo
dc.subjectEducação para o trabalho
dc.subjectTrabalho Aspectos sociológicos
dc.subjectEducação
dc.subjectEducação aberta
dc.subjectMotivação no trabalho
dc.subjectArtesanato
dc.subjectTrabalho Filosofia
dc.subjectTrabalhos manuais
dc.subjectTrabalho a domicilio
dc.subject.otherProcessos educativos
dc.subject.otherações coletivas
dc.titleOfícios artesanais e construção de identidades: encontros com artesãos de Prados - MG
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Rogerio Cunha de Campos
local.contributor.referee1Eloisa Helena Santos
local.contributor.referee1Hormindo Pereira de Souza Junior
local.description.resumoUma investigação dos processos que contribuem para a construção de identidades de artesãos configura-se como objetivo desta pesquisa. Sujeitos que tiveram sua formação para o trabalho na própria prática produtiva das oficinas artesanais, vistas aqui como espaços educativos singulares por integrarem a aprendizagem do ofício à produção material propriamente dita, bem como por possuírem uma organização espaço-temporal diferente das instituições fabris e das instituições tradicionais de formação de trabalhadores. Este processo de aprendizagem excede a aquisição de habilidades manuais específicas para a prática do ofício, contribuindo na constituição subjetiva e social destes sujeitos, empreendida em interação complexa com variadas ações, atores, espaços e tempos. Ao longo da história a prática destes trabalhadores foi classificada como atividade indigna para os homens livres, percebida como um fazer repetitivo e bruto, realizado com as mãos, desmerecedor de atenções sobre sua aprendizagem, esta última reduzida erroneamente à tríade repetir-imitar-produzir. Artesãos que possuem um domínio singular do processo de produção, não reduzido a tarefas parceladas ou repetitivas, como estão sujeitos muitos trabalhadores contemporâneos. São convocados a realizar tarefas elaboradas que contrariam uma corrente divisão do trabalho, em as dimensões do manual e intelectual estão oportunamente separadas. Entretanto estes trabalhadores não se mostram imunes as relações em uma sociedade capitalista e globalizada, participando de suas contradições uma vez que ainda que representem ofícios tradicionais são sujeitos contemporâneos.
local.publisher.initialsUFMG

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