Frequência de anticorpos anti-toxoplasma gondii em caprinos criados sob diferentes formas de exploração no Estado de Minas Gerais

dc.creatorThéa Mirian Medeiros Machado
dc.date.accessioned2019-08-14T07:48:04Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:30:24Z
dc.date.available2019-08-14T07:48:04Z
dc.date.issued1984-05-01
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-8RANAJ
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCaprino Doenças
dc.subjectToxoplasmose em animais
dc.subject.otherMedicina Veterinária
dc.titleFrequência de anticorpos anti-toxoplasma gondii em caprinos criados sob diferentes formas de exploração no Estado de Minas Gerais
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Jose Divino Lima
local.contributor.referee1Romario Cerqueira Leite
local.contributor.referee1Jose Ailton da Silva
local.description.resumoPara se conhecer a frequência de animais reagentes para Toxoplasma gondii foram examinadas, através da Reação de Imunofluorescência indireta, 372 amostras de soro de caprinos de 46 propriedades de 14 municípios do Estado de Minas Gerais. A frequência de animais positivos foi de 36,8%. Destes, 13,4% possuíam títulos de anticorpos iguais a 1:16, 12,32 a 1:64, 5,1% a 1:256, 3,8% a 1:1024, 1,9% a 1:4096 e 0,3% iguais a 1:16,384. A frequência de toxoplasmose foi determinada em diferentes tipos de exploração caprina. Nas criações leiteiras constituídas de animais puros ou mestiços submetidos a técnicas para aumento de produção, o índice de positivos foi de 36,1%. Para criações extrativas do norte e nordeste de Minas T Gerais, formada de animais criados em regime extensivo sem emprego de técnicas para aumento de produção e destinados ao abate, a frequência de reagentes foi de 11,4%. Em explorações do tipo mercantil simples, onde os animais não são submetidos a técnicas para aumento de produção e representam fontes de alimentação e renda alternativa para a família, O índice de positivos foi de 62,9%. Concluiu-se que: a frequência da toxoplasmose está associada a forma de exploração dos animais; há associação direta entre níveis de anticorpos e frequência de títulos positivos; O percentual de reagentes no grupo de animais adultos ê mais alto que nos jovens; os níveis de anticorpos não variam segundo as faixas etárias; o sexo não apresenta associação com o índice de positivos nem com os níveis de anticorpos; a ocorrência de títulos não está associada a problema clínicos detectados
local.publisher.initialsUFMG

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