Masculinidade do bandido: juventudes socioeducativo, entre hegemonia e subalternidade

dc.creatorIzabela de Faria Miranda
dc.creatorFrederico Assis Cardoso
dc.creatorGuilherme de Alcantara
dc.date.accessioned2025-02-03T20:56:00Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:11:59Z
dc.date.available2025-02-03T20:56:00Z
dc.date.issued2023-05-10
dc.description.abstractThis paperis based in researchwith adolescents in a detention centerin a city of Minas Gerais State, Brazil. It aims to analyzes the masculinity of the bandit, its contexts and dynamics that rangebetween hegemony and subalternity. Rely on a feminist perspective,this ethnography drew on 4 months of field work and 22 interviews. The mainargument is that adherence to criminality is part of a process ofappreciation of a model of local hegemony, by men subordinated by the dynamics of regional and global hegemony. We usedthe concept of hegemonic masculinity and subalternized masculinity to describe thedynamics of thepower relations between men, which mainly meet the demands of global capitalism. Amongbosses and workers and several other models of masculinity, the masculinity of each gangsteris constructed.
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.12957/teias.2023.64662
dc.identifier.issn1982-0305
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/79615
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofTeias
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMasculinidade
dc.subjectJuventude
dc.subjectMedida socioeducativa
dc.subject.otherMasculinidades
dc.subject.otherSistema socioeducativo
dc.subject.otherJuventude
dc.subject.otherGênero
dc.titleMasculinidade do bandido: juventudes socioeducativo, entre hegemonia e subalternidade
dc.title.alternativeGangster masculinity: detention center youth, hegemony and subalternity
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage95
local.citation.spage83
local.citation.volume24
local.description.resumoEste texto é resultado de uma pesquisa realizada com adolescentes em cumprimento de medida socioeducativa de internação, em uma cidade do Estado de Minas Gerais. Tem por objetivo apresentar reflexões sobre essas juventudes, a “masculinidade do bandido”, seus contextos e dinâmicas que oscilam entre hegemonia e subalternidade. A partir de uma perspectiva feminista, foi realizada uma etnografia com quatro meses de trabalho de campo e 22 entrevistas individuais semiestruturadas com adolescentes. O argumento central é o de que a adesão à criminalidade faz parte de um processo de valorização de um modelo de hegemonia local, por homens subalternizados pelas dinâmicas de hegemonia regional e global. A pesquisa fez uso dos conceitos de masculinidade hegemônica e de masculinidade subalternizada para descrever e analisar as dinâmicas das relações de poder que ocorrem entre homens, atendendo principalmente às demandas do capitalismo global. Entre patrões e trabalhadores e diversos outros modelos de masculinidades são construídas as masculinidades de cada bandido.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-7532-1736
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-2704-3652
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-6489-5208
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS APLICADAS À EDUCAÇÃO
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.e-publicacoes.uerj.br/revistateias/article/view/64662

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