A crítica marxiana à política no período de 1843-1848

dc.creatorCarla Valeria de Avila Gallego
dc.date.accessioned2019-08-14T11:20:56Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:02:16Z
dc.date.available2019-08-14T11:20:56Z
dc.date.issued2002-04-19
dc.description.abstractThe present work treatsthe Marxian political critique from 1843 to 1848. Starting from the fundamental outcome of the Critique of Hegel's Philosophy of Right present that the thesis from "Deusche-Französische Jahrbücher" and the "Vorwarts" are developments which deeply analysis the question of Determination of civil society on the State, thereby the political actions are ineflective for solving the social problems. After theidentification of the determined character of society over the political sphere, we analysed the material relations from the features, which run the modern way of production. Firstly, private property appears as responsible for reproducing the social alienation and the State arises asillusory representative of human sociability, which does not occur by the eíTective social relations. Secondly, by the analysis of civil society, the division of labour appears as determined of modern social structure that portrays the conflict and the domination of class. Therefore, the Stale emerges as an abstract sphere, representing the general interest of thedominant class. Conclusively, we may say that the State and th^ politics are spheres that alienate the human social forces, that is, those are spheres originated and kept by intrinsic problems of the own social formation.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-9R8J3J
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectOntologia
dc.subjectFilosofia alemã Séc XIX
dc.subjectMarx, Karl, 1818-1883
dc.subjectCiência politica Filosofia
dc.subjectFilosofia
dc.subjectFilosofia moderna Séc XIX
dc.subject.otherFilosofia
dc.titleA crítica marxiana à política no período de 1843-1848
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Ester Vaisman
local.contributor.referee1Juarez Rocha Guimaraes
local.contributor.referee1Joao Antonio de Paula
local.description.resumoO presente trabalho trata da crítica niarxiana à política no período de 1843 a 1848. Partindo do resultado fundamental da Critica à Filosofia do Direito de Hegel, procurou-se mostrar que as teses dos Anais Franco- alemães e do Vorwarts! constituem desenvolvimentos que aprofundaram a questão da determinação da sociedade civil sobre o Estado, de modo que as ações políticas se apresentam como ineficazes para a solução dos problemas sociais. Após a identificação do caráter determinante da sociedade civil sobre a esfera política, procurou-se então, analisá-la em suas relações materiais a partir das categorias que regem o modo moderno de produção. Em primeiro lugar, a propriedade privada se destaca como responsável pela reprodução da alienação social e o Estado aparece como representante ilusório da sociabilidade humana que não se realiza pelas efetivas relações sociais. Em segundo, pelo aprofundamento da análise da sociedade civil, a divisão do trabalho aparece como determinante da moderna estrutura social que, por sua vez, se configura pelo conflito e dominação de classe. Por conseguinte, o Estado se ergue como esfera abstrata, representando o 'interesse geral' que, em última instância, consiste no interesse da classe dominante. Desse modo, concluiu-se que o Estado e a política constitueiti esferas que alienam as potências sócio-humanas, ou seja, são esferas engendradas e mantidas pelos defeitos intrínsecos à propria formação social.
local.publisher.initialsUFMG

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