Kundalini yoga: práticas de liberdade em contextos de aprisionamento

dc.creatorDavi Pantuzza Marques
dc.date.accessioned2019-08-12T19:17:03Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:07:19Z
dc.date.available2019-08-12T19:17:03Z
dc.date.issued2017-12-19
dc.description.abstractThe experience of self-seeking is part of human nature. Throughout human history, theories, practices, manners and lifestyles have been invented by human beings so that they can find meaning in their lives. In this sense, this research seeks to relate two seemingly distant universes that constitute themselves as true "technologies and practices of self" as part of human search for itself: Kundalini Yoga, as taught by Yogi Bhajan, and the care of the self, as researched by Michel Foucault, mainly, in his studies of the 1980s. Being this research part of a professional master degree program, Kundalini Yoga workshops were conducted in a unit of the socio-educational system of Minas Gerais. In these experiments, it was possible to assess both practically and theoretically how the exercises of oneself intertwine themselves, so that the individuals can use them to requalify their relation with themselves. The methodology used was the philosophical cartography, based in the philosophy of Gilles Deleuze and Félix Guattari. Thus, the research refers itself to the creation of a rhizomatic map, which works in a non-hierarquical way. This means that there are no single closed centres of significations, for they are built through plans of consistency and plans of compositions where multiplicities are created. Therefore, one searches to outline different possibilities to think and practise education which can lead to effective transformation in the subjects. This can contribute to their own processes of singularization, that is, the ones which free themselves from the closed forms of subjectification, signification and organization.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-B2YNP3
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectIoga Uso terapeutico
dc.subjectEducação
dc.subjectSubjetividade
dc.subjectFilosofia oriental
dc.subjectPrisioneiros
dc.subjectFilosofia Estudo e ensino
dc.subjectEducação Filosofia
dc.subjectCorpo e mente
dc.subjectLiberdade
dc.subject.otherSubjetividade
dc.subject.otherKundalini Yoga
dc.subject.otherFilosofia da Educação
dc.subject.otherCuidado de si
dc.subject.otherPráticas de Liberdade
dc.titleKundalini yoga: práticas de liberdade em contextos de aprisionamento
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Renata Pereira Lima Aspis
local.description.resumoA experiência da busca por si é parte da natureza humana. Ao longo da história humana, teorias, práticas, modos e estilos de vida foram inventados pelos sujeitos para que pudessem encontrar um sentido para as suas existências. Nesse sentido, essa pesquisa busca relacionar dois universos aparentemente distantes que se constituem como verdadeiras tecnologias e práticas de si como parte das experiências humanas na busca por si: o Kundalini Yoga, tal como ensinado por Yogi Bhajan, e o cuidado de si, tal como foi pesquisado por Michel Foucault, principalmente, nos seus estudos da década de 1980. Tratando-se de um mestrado profissional, oficinas de Kundalini Yoga foram realizadas em uma unidade do sistema socioeducativo de Minas Gerais. Nessas experimentações, foi possível avaliar de maneira prática e teórica como pode se efetuar as interseções desses exercícios de si que os sujeitos podem utilizar para requalificarem a relação que eles têm consigo mesmos. A metodologia usada foi a cartografia filosófica, conceito criado pelos filósofos Gilles Deleuze e Félix Guattari. Dessa forma, a pesquisa se refere à criação de mapas rizomáticos, os quais funcionam de maneira não hierárquica, que implodem centros únicos e fechados de produção de sentidos. Isso significa que planos de consistência e planos de composições são construídos, onde se criam multiplicidades. Portanto, busca-se delinear diferentes possibilidades para se pensar e praticar educação que possam conduzir a transformações efetivas nos sujeitos, contribuindo para os seus processos de singularização que os libertem das formas fechadas de subjetivação, significação e organização.
local.publisher.initialsUFMG

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