Qualidade dos dados de nascimento do estado de Minas Gerais e mesorregiões: uma análise comparativa

dc.creatorDenise França Marques
dc.creatorAndréa Branco Simão
dc.creatorLuiza de Marilac de Souza
dc.date.accessioned2022-02-24T21:43:20Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:52:06Z
dc.date.available2022-02-24T21:43:20Z
dc.date.issued2019
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.14393/RCG207242563
dc.identifier.issn16786343
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/39681
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCaminhos da Geografia
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAnálise comparativa
dc.subjectBanco de dados
dc.subjectRegistros de nascimento
dc.subjectQualidade dos dados
dc.titleQualidade dos dados de nascimento do estado de Minas Gerais e mesorregiões: uma análise comparativa
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage117
local.citation.issue72
local.citation.spage107
local.citation.volume20
local.description.resumoDesde 2010 o estado de Minas Gerais, como um todo, possui boa qualidade de informações sobre nascimentos e não necessita de método indireto para calcular as estimativas de fecundidade. Porém, ainda existem problemas quando os dados do estado são desagregados por mesorregiões. O objetivo deste trabalho é verificar para quais mesorregiões de Minas Gerais os registros de nascimentos ainda necessitam ser calculados indiretamente e para quais já é possível calculá-los de forma direta. Para isso, as Taxas de Fecundidade Total, de cada mesorregião, calculadas a partir dos registros de nascimentos do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC) e do Registro Civil, serão comparadas com as geradas pela técnica indireta de Brass modificada. Os resultados mostram que os registros das mesorregiões Campo das Vertentes, Central, Jequitinhonha, Noroeste, Norte, Triângulo/Alto Paranaíba, Sul/Sudoeste e Vale do Mucuri ainda padecem de problemas e devem ser corrigidos por técnica indireta. Para as demais regiões é possível utilizar diretamente os dados do Registro Civil e SINASC, representando um ganho para o Estado, uma vez que as taxas podem ser calculadas para anos intercensitários, contribuindo para a compreensão da dinâmica demográfica mais recente e para o planejamento e implementação de políticas sociais mais assertivas.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE DEMOGRAFIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://seer.ufu.br/index.php/caminhosdegeografia/article/view/42563/27594

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