Shakespeare's "Procreation Sonnets" and Ovid's Narcissus

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Universidade Federal de Minas Gerais

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Dissertação de mestrado

Título alternativo

Os "Sonetos da Procriação" de Shakespeare e o Narciso de Ovídio

Primeiro orientador

Membros da banca

Thomas LaBorie Burns
Míriam Piedade Mansur Andrade

Resumo

The main objective of this thesis has been to analyze the close parallels between the myth of Narcissus in Book III of Ovid's Metamorphoses, in the 1567 translation of Arthur Golding, and the first eighteen poems of Shakespeare's Sonnets, the first seventeen of which are commonly referred to as the "procreation sonnets." In the analytic commentary on each individual sonnet, I have endeavored to give an account of interpretations of the poems and lines, of rhetorical devices, of versification where it is most relevant for interpretation, of imagery, of emotion, of style and tone, and of the resonances of the myth in the sonnets. I begin with the identification of the young man as the fairest creature and his characterization as narcissistic in Sonnet 1, proceed to analyze the multitude of ways in which the speaker expresses his addressee's narcissistic problem over sonnets 2-14, then investigate the imaginative, alternative solution he comes up with to his beloved's problem over sonnets 15-17, and finally address this solution as a metamorphosis of the young man in Sonnet 18−which, as I argue, should be counted as one of the procreation sonnets.

Abstract

O objetivo principal desta dissertação foi analisar os paralelos entre o mito de Narciso, no Livro III das Metamorfoses de Ovídio, na tradução de Arthur Golding de 1567, e os primeiros dezoito poemas dos Sonetos de Shakespeare, dos quais os primeiros dezessete são habitualmente conhecidos como "sonetos da procriação". Em meu comentário analítico acerca de cada soneto individual, busquei oferecer interpretações dos poemas e de seus versos e explicações quanto aos dispositivos retóricos, à versificação − nos casos em que é mais relevante para a interpretação −, às imagens, às emoções, ao estilo e ao tom e, evidentemente, às ressonâncias do mito nos sonetos. Inicio com a identificação do jovem interlocutor como criatura mais bela e com sua caracterização como narcisista no Soneto 1; procedo a uma análise das variadas formas pelas quais o eu-lírico expressa o problema narcísico de seu interlocutor nos sonetos de 2 a 14; então investigo a solução alternativa e imaginativa que ele encontra para o problema de seu amado nos sonetos de 15 a 17; e, por fim, trato essa solução, no Soneto 18, como uma metamorfose do jovem interlocutor − argumentando que esse último soneto deve também ser considerado parte dos sonetos da procriação.

Assunto

Ovídio. – Metamorfoses – Crítica e interpretação, Shakespeare, William, 1564-1616. – Sonetos – Crítica e interpretação, Narcisismo, Poesia latina – História e crítica, Poesia inglesa – História e crítica, Narciso (Mitologia grega)

Palavras-chave

Shakespeare, Ovid, The Sonnets, The Procreation Sonnets, The Metamorphoses, The myth of Narcissus, Narcissism, Immortality in poetry

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