Reação imunoenzimática no diagnóstico e controle do envenenamento pela picada de serpentes peçonhentas brasileiras

dc.creatorClaudia Silva Lopes
dc.date.accessioned2019-08-10T22:04:43Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:14:12Z
dc.date.available2019-08-10T22:04:43Z
dc.date.issued1995-10-25
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-92QHZ6
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectBioquímica e imunologia
dc.subject.otherBioquímica e Imunologia
dc.titleReação imunoenzimática no diagnóstico e controle do envenenamento pela picada de serpentes peçonhentas brasileiras
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Carlos Delfin Chavez Olortegui
local.contributor.advisor1Carlos Ribeiro Diniz
local.contributor.referee1Luis Carlos Crocco Afonso
local.contributor.referee1Cristiano Machado Gontijo
local.description.resumoDesenvolveu-se neste trabalho, um ensaio imunoenzimático (ELISA) que permite detectar, diferenciar e quantificar antígenos presentes na peçonha de serpentes da família Crotalidae mais frequentes no território brasileiro, em soro de humanos acidentados por estas serpentes. O ensaio tornou-se realizável utilizando um processo desenvolvido em nosso laboratório onde imunoglobulinas G dos soros de cavalos ou coelhos hiperimunizados com os diferentes venenos: Bothrops spp, Crotalus durissus, Bothrops atrox, Lachesis muta muta e toxinas do veneno crotálico: crotamina e crotoxina, que reconhecem componentes imunologicamente comuns presentes nos venenos de serpentes de diferentes gêneros ou espécie, foram separadas por técnicas de imunoafinidade. Foram obtidas imunoglobulinas G que reconhecem especificamente apenas o veneno de um gênero ou espécie. Estas imunoglobulinas foram utilizadas no método de ELISA -Sanduíche para sensibilização de placas e produção de conjugados. Observou-se ser possível diferenciar (através do ensaio de ELISA) antígenos própriosdas serpentes L. muta muta ou B. atrox (região Amazônia), no sangue de pacientes picados por de cada um destas espécies e assim identificar a serpente responsável pelo acidente. Procedimento idêntico permitiu identificar antígenos das serpentes do gênero Bothrops utilizados para produção do soro antiofídico (especificamente B. jararaca), e diferenciar acidentes provocados por estas serpentes daqueles provocados pelogênero Crotalus. Além disso, permite diferenciar toxinas específicas do veneno crotálico (crotoxina e crotamina). Pelo processo que desenvolvemos, foi possível acompanhar a cinética de neutralização do veneno dos Crotalideos mencionados e estabelecer correlação entrea concentração de antígenos tóxicos presentes no sangue de pacientes e a gravidade do acidente avaliada clinicamente pelos sinais e sintomas observados. Conclui-se que esse método pode ser útil a médicos e epidemiologistas no diagnóstico e tratamento dos acidentes ofídicos e no estudo dos mecanismos de ação dos venenos em animais inoculados experimentalmente.
local.publisher.initialsUFMG

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