Simulação de alta e baixa fidelidade para o ensino de urgências e emergências respiratórias pediátricas: comparação da avaliação do aprendizado

dc.creatorBeatriz Cristina Heitmann Gomes Valente
dc.date.accessioned2022-05-31T15:35:11Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:52:20Z
dc.date.available2022-05-31T15:35:11Z
dc.date.issued2022-02-03
dc.description.abstractIntroduction: simulation is an innovative educational technique, essential both for the training of students and medical professionals. Especially in emergency, it allows the presentation of different scenarios within a control environment. It improves diagnostic competence and enables, in real life, increased survival. Justification: recognizing conditions with potential evolution to respiratory failure is a fundamental part of medical education, due to its high prevalence. The assessment of diagnostic competence in pediatric respiratory settings with specific acquisition of skills and knowledge retention using this tool compared to other strategies is scarce in the literature. Review: in an integrative way, a critical analysis of studies and a synthesis of existing evidence in the literature on the contribution of simulation for the learning of pediatric respiratory emergencies and emergencies were carried out. Objectives: to compare and evaluate high-fidelity and low-fidelity simulation-based teaching methodologies, addressing issues related to respiratory failure or discomfort in the pediatric age group, in fourth-year medical students. Method: 70 students from a private college were selected and randomly divided into two groups, one was trained with high fidelity and the other with low fidelity, in scenarios of respiratory problems. The assessment instruments were a practical performance checklist, Likert questionnaire, and theoretical and practical pre- and post-test and memory retention after three months. Results: homogeneous groups were satisfied with the training. The high-fidelity group, despite feeling more challenged (χ 2=9,042;3) (p=0,029), showed more self-confidence to recognize changes (χ 2=11,198;4) (p=0.024), make decisions (χ 2= 11, 486;4) (p=0.022) and to differentiate between discomfort and respiratory failure (χ 2=11,167;4) (p=0.025). The theoretical test score increased in both methodologies pre-test median BF=17, AF=16 (p=0,336); median pos-test BF=20, AF=21 (p=0,043). In the evaluation of memory retention, the high-fidelity group reported feeling more self-confident to differentiate between discomfort and respiratory failure (χ2 =6,667;2) (p=0.036), in the real patient. Discussion: training was effective as an educational resource and was able to quantitatively assess the two levels of simulation in teaching proposed, addressing topics of severe respiratory diseases in Pediatrics. The role of loyalty and its impact on learning outcomes require further research and clarification of terminology adopted by researchers. Conclusions and final considerations: high and low fidelity simulations increase diagnostic competence and help to distinguish discomfort from respiratory failure in pediatrics. High fidelity makes the student feel more challenged and more self-confident to recognize the seriousness of the clinical case and to care for the real patient. Standardization rules for evaluating learning with simulation are of great importance and it is not just the level of fidelity that matters for learning.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/42115
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Restrito
dc.subjectEducação Médica
dc.subjectMedicina de Emergência Pediátrica
dc.subjectDoenças Respiratórias
dc.subjectSimulação
dc.subjectDissertação Acadêmica
dc.subject.otherEducação médica
dc.subject.otherSimulação
dc.titleSimulação de alta e baixa fidelidade para o ensino de urgências e emergências respiratórias pediátricas: comparação da avaliação do aprendizado
dc.title.alternativeHigh and low fidelity simulation for teaching pediatric respiratory urgencies and emergencies: comparison of learning assessment
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Laura Maria de Lima Facury Belizário Lasmar
local.contributor.advisor-co1Priscila Menezes Ferri Liu
local.contributor.advisor1Maria do Carmo Barros de Melo
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9632504577439226
local.contributor.referee1Alexandre Rodrigues Ferreira
local.contributor.referee1Cassio da Cunha Ibiapina
local.contributor.referee1Juliana Silva Barra
local.contributor.referee1Augusto Scalabrini Neto
local.contributor.referee1Alexandre Sampaio Moura
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8620097851229401
local.description.embargo2024-02-03
local.description.resumoIntrodução: a simulação constitui técnica educacional inovadora, essencial tanto para a capacitação de estudantes como de profissionais médicos. Especialmente na emergência, permite a apresentação de diversos cenários dentro de um ambiente de controle. Melhora a competência diagnóstica e possibilita, na vida real, o aumento da sobrevida. Justificativa: reconhecer condições com evolução potencial para insuficiência respiratória é parte primordial do ensino médico, pela alta prevalência. É escassa na literatura a avaliação da competência diagnóstica em cenários respiratórios pediátricos com aquisição específica de habilidades e retenção de conhecimento usando essa ferramenta comparada a outras estratégias. Revisão: de modo integrativo, foram realizadas análise crítica de estudos e síntese das evidências existentes na literatura sobre a contribuição da simulação para o aprendizado de urgências e emergências respiratórias pediátricas. Objetivos: comparar e avaliar metodologias de ensino baseado em simulação, de alta e baixa fidelidade, abordando temas relativos à insuficiência ou desconforto respiratório na faixa etária pediátrica, em alunos do quarto ano do curso de Medicina. Método: foram selecionados 70 estudantes de uma faculdade privada e divididos em dois grupos de forma randomizada, um foi capacitado com alta fidelidade e o outro com baixa fidelidade, em cenários de problemas respiratórios. Os instrumentos de avaliação foram: checklist de desempenho prático, questionário de Likert e pré e pós-teste teórico e prático e retenção de memória após três meses. Resultados: grupos homogêneos se mostraram satisfeitos com a capacitação. O grupo de alta fidelidade, apesar de sentir-se mais desafiado (χ2=9,042;3) (p=0,029), manifestou mais autoconfiança para reconhecer mudanças (χ2=11,198;4) (p=0,024), tomar decisões (χ2= 11, 486;4) (p=0,022) e para diferenciar desconforto e insuficiência respiratória (χ2=11,167;4) (p=0,025). A pontuação do teste teórico aumentou nas duas metodologias: mediana do pré-teste BF=17, AF=16 (p=0,336); mediana do pós-teste BF=20, AF=21 (p=0,043). Na avaliação da retenção de memória o grupo de alta fidelidade relatou se sentir mais autoconfiante para diferenciar desconforto e insuficiência respiratória (χ2 =6,667;2) (p=0,036), no paciente real. Discussão: a capacitação foi eficaz como recurso educacional e conseguiu avaliar quantitativamente os dois níveis de simulação em ensino propostos, abordando temas de doenças respiratórias graves em Pediatria. O papel da fidelidade e seu impacto nos resultados da aprendizagem requerem pesquisas adicionais e esclarecimento da terminologia adotada pelos pesquisadores. Conclusões e considerações finais: as simulações de alta e baixa fidelidade aumentam a competência diagnóstica e ajudam a distinguir desconforto de insuficiência respiratória em Pediatria. A alta fidelidade faz com que o estudante sinta-se mais desafiado e mais autoconfiante para o reconhecimento da gravidade do caso clínico e para o atendimento ao paciente real. Regras de padronização para avaliação do aprendizado com simulação são de grande importância e não é somente o nível de fidelidade que importa para o aprendizado.
local.identifier.orcid0000-0002-9185-3003
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências da Saúde - Saúde da Criança e do Adolescente

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