Avaliação: mito ou desafio?

dc.creatorGilka da Luz Cota Rocha Ramos
dc.date.accessioned2019-08-12T17:02:46Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:48:57Z
dc.date.available2019-08-12T17:02:46Z
dc.date.issued2015-03-21
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-9WRMUY
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectRendimento escolar
dc.subjectPlanejamento educacional
dc.subjectEscolas Organização e administração
dc.subjectAlunos Avaliação
dc.subjectAvaliação educacional
dc.subject.otherProcesso
dc.subject.otherAvaliação
dc.subject.otherConhecimento
dc.subject.otherDiagnóstico
dc.subject.otherPrioridades
dc.subject.otherResultados
dc.titleAvaliação: mito ou desafio?
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Beatriz Lopes Falcão
local.description.resumoEste trabalho tem como objetivo analisar a Avaliação escolar descrita pela Equipe da E.E. Virgilio de Melo Franco em seu Projeto Político Pedagógico. Sendo a Avaliação um processo contínuo e paralelo ao ensino devendo acontecer durante todo o período letivo, em todos os momentos e de formas variadas, levando o professor a detectar a aprendizagem ou não do aluno. De acordo com a legislação vigente toda produção do aluno deve ser vista como avaliação de seu conhecimento. A avaliação deve valer-se de modalidades como somar, formar e diagnosticar e jamais deverá ter caráter punitivo. Portanto, a avaliação é um ato complexo, cuja competência não é responsabilidade só do professor, mas de todos. Devendo ser contínua e estar presente durante todo o processo e não somente em períodos específicos, deve também ter compatibilidade com os objetivos propostos, amplitude, avaliando todos os aspectos (cognitivos, afetivos e psicomotor). Portanto, se é função da escola criar condições para que o aluno aprenda os conteúdos e, sobretudo, desenvolva determinadas habilidades, ela precisa de diversas formas de avaliar e fornecer ao professor elementos de reflexão contínua sobre sua prática e a criação de novos instrumentos de trabalho, sobre ajustes a fazer no processo como um todo. Ao aluno deve permitir tomar consciência de suas conquistas, dificuldades e possibilidades para reorganização de sua tarefa de aprender. À escola, cabe definir prioridades e identificar que aspectos das ações educacionais demandam maior apoio.
local.publisher.initialsUFMG

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