Risco de febre aftosa associado ao transito de bovinos no Triângulo mineiro, Minas Gerais, Brasil

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Universidade Federal de Minas Gerais

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Tese de doutorado

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Membros da banca

Celina Maria Modena
Romulo Cerqueira Leite
Antonio de Padua Freire

Resumo

O transito de bovinos encontra-se,em muitas oportunidades,associado à ocorrência de febre aftosa.O triangulo Mineiro,região incluída na recente ampliação da zona livre de febre aftosa com vacinação,apresenta enorme potencial enquanto fornecedor de carne bovina para o transito de bovinos nessa região ,analisando-o,enquanto elemento necessário à avaliação quantitativa de risco,promoveu-se o processamento ,mediante sistema eletrônico pelo instituto Mineiro de Agropecuária ,que resumem os registros mensais sobre o transito de bovinos em Minas Gerais.O banco de dados que serve ao sistema é composto por 508.627 registros de transito de bovinos que contem,por sua vez ,5.594.897 dados referentes ao período de 1993 a 1998.Também foram utilizados registros de focos de febre aftosa,no período d 1993 a 1998,obtidos junto aos formulários FA-1 e FA-2,produzidos pelo IMA.Os registros processados produziram informações sobre o volume de ingressos e egressos de bovinos estabelecidos entre o Triangulo Mineiro e ?outras regiões do estado de Minas Gerais ,bem como outras unidades federativas ,segundo a finalidade e o tipo de transporte utilizado.Verificou-se a existência de alta correlação entre os focos de febre aftosa ocorridos no Triangulo Mineiro e o numero de animais ingressos na região para as finalidades cria normal e cria leilão ,no período de janeiro de 1993 a dezembro de 1995.Tanto para bovinos destinados à cria ,quanto para aqueles destinados ao abate,o Triângulo detém um saldo positivo de exportações frente às importações de outras regiões de Minas Gerais e de outras unidades federativas,no período considerado.Os registros de transito de bovinos produzidos pelo IMA,relativos ao Triangulo, apresentam compatibilidade com a expectativa d ingressos/egressos estimada mediante analise da evolução do rebanho.As deficiências observadas em relação à disponibilidade de dados de ingresso de animais procedentes de outras unidades federativas,ao tempo em que a identificação individual se apresenta como potencial barreira à exportação de produtos agrícolas,sugerem a urgente reimplantação de uma base de dados nacional para transito animal.

Abstract

Assunto

Bovino Doenças, Saúde animal, Febre aftosa Epidemiologia

Palavras-chave

trânsito, Febre Aftosa, bovino, risco

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