Interprofissionalidade e interdisciplinaridade em saúde: reflexões sobre resistências a partir de conceitos da Análise Institucional

dc.creatorCarla Aparecida Spagnol
dc.creatorRegiane Prado Ribeiro
dc.creatorMaralu Gonzada de Freitas Araújo
dc.creatorWesley Vieira Andrade
dc.creatorRichardson Warley Siqueira Luzia
dc.creatorCintia Ribeiro Dos Santos
dc.creatorDaniel Vanucci Dóbies
dc.creatorSolange L´Abbate
dc.date.accessioned2024-03-05T19:20:05Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:17:22Z
dc.date.available2024-03-05T19:20:05Z
dc.date.issued2022
dc.description.abstractThis study aimed to report the experience of the students of the professional master’s degree in health services management, regarding the use of concepts of Institutional Analysis, to analyze the resistances to interprofessional and interdisciplinary work in health, locating them as an analyzer of the process and of work relationships. The study was prepared from the experience and analysis of institutional journals, written by students, and analyzed based on the theoretical framework of Institutional Analysis. It was observed that resistance to interprofessional and interdisciplinary work, especially on the part of physicians, crosses health organizations, work relationships, and assistance to users. However, this resistance is also exercised by other professionals and users, which limits the interdisciplinarity and comprehensiveness of health care. But if, on the one hand, there is still a certain predominance of the biomedical model, on the other hand, resistance to this model is also observed in health organizations, needing to expand the spaces of collective analysis capable of enunciating the reductionism of this paradigm. It can be concluded that collectively analyzing these resistances allows health professionals to expand the conditions to leave their established places and perceive the instituting movements in the services in which they work.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/0103-11042022E616
dc.identifier.issn2358-2898
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/65335
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofSaúde em debate
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectGestão em saúde
dc.subjectPrática profissional
dc.subjectEquipe de assistência ao paciente
dc.subjectPráticas interdisciplinares
dc.subjectCapacitação de recursos humanos em saúde
dc.subject.otherGestão em saúde
dc.subject.otherPrática profissional
dc.subject.otherEquipe de assistência ao paciente
dc.subject.otherPráticas interdisciplinares
dc.subject.otherCapacitação de recursos humanos em saúde
dc.titleInterprofissionalidade e interdisciplinaridade em saúde: reflexões sobre resistências a partir de conceitos da Análise Institucional
dc.title.alternativeInterprofessionality and interdisciplinarity in health: reflections on resistance from concepts of Institutional Analysis
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage195
local.citation.issue6
local.citation.spage185
local.citation.volume46
local.description.resumoO objetivo deste estudo foi relatar a experiência dos alunos do mestrado profissional em gestão de serviços de saúde acerca da utilização de conceitos da Análise Institucional, para analisar as resistências ao trabalho interprofissional e interdisciplinar na saúde, localizando-as como um analisador do processo e das relações de trabalho. O estudo foi elaborado a partir da vivência e da análise dos diários institucionais, escritos pelos alunos e analisados com base no referencial teórico da Análise Institucional. Observou-se que a resistência ao trabalho interprofissional e interdisciplinar, principalmente por parte dos médicos, atravessa as organizações de saúde, as relações de trabalho e a assistência aos usuários. Entretanto, essa resistência também é exercida por outros profissionais e pelos usuários, o que limita a interdisciplinaridade e a integralidade da assistência à saúde. Todavia, se, por um lado, ainda, há certa predominância do modelo biomédico, por outro, também se observam resistências a esse modelo nas organizações de saúde, necessitando ampliar os espaços de análise coletiva capazes de enunciar o reducionismo desse paradigma. Conclui-se que analisar coletivamente essas resistências possibilita aos profissionais da saúde ampliar as condições de sair de seus lugares instituídos e perceber os movimentos instituintes nos serviços em que atuam.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-1588-2109
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-9863-0101
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-0922-656X
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-1907-6286
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-8463-0784
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-0260-9939
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-5583-1109
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-2163-0901
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENF - DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM APLICADA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/sdeb/a/3WbYyH47DWqjn9HCBSp8sZn/#

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