As coalizões de poder em torno do grande projeto minerário do vetor sul da RMBH

dc.creatorGabriela Resende Coelho
dc.creatorJúnia Maria Ferrari de Lima
dc.creatorGemilson Soares da Silva Segundo
dc.creatorLuísa Lopes Greco
dc.date.accessioned2022-09-27T18:11:33Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:19:38Z
dc.date.available2022-09-27T18:11:33Z
dc.date.issued2020-10
dc.description.abstractIn order to understand the power coalitions that gravitate around the Great Urban Project (GPU) of mining – as we chose to name the series of actions analyzed here –, this work outlines an overview of mining in the Iron Quadrangle, taking certain municipalities located in the southern vector of the Metropolitan Region of Belo Horizonte (RMBH) as the framework. This activity, which has historically characterized the region as a large extractive pole, has experienced a new cycle in Brazil and Latin America since the first decade of the 21st century, due to the substantial increase in the international demand for commodities. Moreover, the practice has been justified in the region through an unwavering ideology of economic development associated with mining. However, based on the collected data from the municipalities engaged in mining activities (CFEM), as well as information from RAIS on employment and income per municipality, it is possible to infer that, contrary to the aforementioned ideology, little value has been added to local economy. Regarding the articulation between the State, Civil Society and the Market, in terms of whether mining activities in the region should remain or not, the reports and minutes of the meetings were analyzed for approval of the licenses in the Mining Activities Chamber (CMI). The analyses point to decisions that, as a matter of priority, have favored the mining companies, which characterizes a solid coalition in the Managing Council in order to ensure a pro-growth or pro-market agenda, i.e., the consolidation of the mining companies’ interests, with the support of the State.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.35699/2525-3263.2020.26245
dc.identifier.issn2525-3263
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/45616
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Indisciplinar
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectIndústria mineral
dc.subjectFinanças regionais
dc.subjectImpostos municipais
dc.subjectDesenvolvimento econômico
dc.subject.otherCoalizões de poder
dc.subject.otherMineração
dc.subject.otherDesenvolvimento
dc.subject.otherParticipação
dc.titleAs coalizões de poder em torno do grande projeto minerário do vetor sul da RMBH
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage95
local.citation.issue1
local.citation.spage72
local.citation.volume6
local.description.resumoO texto traça um panorama sobre a mineração no Quadrilátero Ferrífero com recorte específico em alguns municípios localizados no vetor sul da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), a fim de compreender as coalizões de poder constituídas em torno do que aqui denominamos Grande Projeto Urbano (GPU) da mineração. Essa atividade, que historicamente caracteriza a região como grande pólo extrativo, experimenta um novo ciclo no Brasil e na América Latina desde a primeira década do século XXI, a partir de grande demanda internacional por commodities. Além disso, a mineração tem sido justificada na região ancorada num forte ideário de desenvolvimento econômico associado à prática. Entretanto, com base nos dados relativos à arrecadação desses municípios sobre as atividades minerárias (CFEM), bem como de informações da RAIS sobre emprego e renda por município, é possível inferir que pouco valor tem sido agregado à economia local, contrariando esse ideário. Em relação às articulações entre Estado, Sociedade Civil e Mercado, no sentido da permanência ou não das atividades minerárias na região, foram analisadas as atas e pareceres das reuniões para aprovação dos licenciamentos na Câmara de Atividades Minerárias (CMI). As análises apontam para decisões que, prioritariamente, têm favorecido as mineradoras, caracterizando uma forte coalizão do Conselho Gestor no sentido de garantir uma agenda pró-crescimento ou pró-mercado, ou seja, de fortalecimento dos interesses das mineradoras com apoio do Estado.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentARQ - ESCOLA DE ARQUITETURA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://periodicos.ufmg.br/index.php/indisciplinar/article/view/26245

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