Análise dos indicadores financeiros das instituições filantrópicas que operam planos privados de assistência à saúde

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Resumo

As operadoras de plano de saúde (OPS) exercem o papel de complementar a prestação de serviços médicos-odontológicos que o setor público não consegue suprir. Dentre as classificações dessas operadoras, têm-se as operadoras filantrópicas, que dentre outros pontos, deve prestar serviços a pacientes vinculados ao sistema público de saúde em um total de 60% dos atendimentos. Trabalhos na área como os de Xavier, Souza e Avelar (2019), Oliveira (2019) e Aguiar (2016) apontam falhas na gestão das operadoras de saúde bem como desafios enfrentados por elas devido a mudanças estruturais na economia e da sociedade brasileira. Dessa forma, o presente estudo visa estudar a gestão das OPS Filantrópicas durante o período de 2010 a 2018 via análise de indicadores financeiros para verificar possíveis fragilidades para manutenção destas operadoras. Como conclusão, pode-se verificar que, embora as operadoras de grande porte apresentem resultados mais robustos, não é possível afirmar a manutenção das operadoras filantrópicas independente do tamanho. Considerando que a manutenção deste serviço é de grande importância, sobretudo para a população mais carente do país, são necessárias políticas públicas de fomento, bem como bons gestores, para que esse quadro possa ser revertido e viabilidade desse serviço possa ser alcançada.

Abstract

Assunto

Saúde suplementar, Administração financeira, Fundações e instituições beneficentes

Palavras-chave

Plano de Saúde, Filantrópico, Viabilidade, Indicadores Financeiros

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