Contra a "Revolução dos caranguejos": Carlos Heitor Cony e as crônicas de resistência ao golpe militar de 1964

dc.creatorMauricio Guilherme Silva Junior
dc.date.accessioned2019-08-09T12:25:44Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:04:19Z
dc.date.available2019-08-09T12:25:44Z
dc.date.issued2012-02-29
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECAP-8RYHMR
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCony, Carlos Heitor, 1926- Ato e o fato Crítica e interpretação
dc.subjectLiteratura e história Brasil
dc.subjectCony, Carlos Heitor, 1926- Revolução dos caranguejos Crítica e interpretação
dc.subjectPolitica e literatura Brasil
dc.subjectCrônicas brasileiras História e crítica
dc.subjectBrasil Historia Revolução, 1964
dc.subject.otherCrônicas
dc.subject.otherCarlos Heitor Cony
dc.subject.otherLiteratura Brasileira
dc.titleContra a "Revolução dos caranguejos": Carlos Heitor Cony e as crônicas de resistência ao golpe militar de 1964
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Constancia Lima Duarte
local.contributor.referee1Sergio Alves Peixoto
local.contributor.referee1Mário Alex Rosa
local.contributor.referee1Fabrício Marques de Oliveira
local.contributor.referee1Vera Lucia de Carvalho Casa Nova
local.description.resumoA presente pesquisa busca investigar, pelo método da análise de conteúdo, as 37 crônicas reunidas em O ato e o fato, de autoria do escritor e jornalista carioca Carlos Heitor Cony. Publicado em 1964, ano de eclosão do golpe militar que levaria o Brasil a vinte e um anos de regime ditatorial, o livro concentra os textos escritos pelo autor, de 2 de abril a 9 de junho daquele ano, para o jornal Correio da Manhã. O estudo centra-se na interpretação das estratégias narrativas do cronista, cujo objetivo seria a ampliação da capacidade (estética) da crônica em promover a resistência ao movimento autoritário. Além das referidas narrativas - e com vistas à construção do perfil profissional, literário e intelectual de Cony - também foram realizadas leituras críticas de cerca de 450 crônicas do autor, muitas das quais encontradas nas coletâneas Da arte de falar mal (1963), Posto Seis (1965), Os anos mais antigos do passado (1998), O harém das bananeiras (1999), O suor e a lágrima (2002), O tudo e o nada (2004) e Eu, aos pedaços: memórias (2010). Com o mesmo propósito, recorreu-se, ainda, à leitura e investigação do ensaio memorialístico A revolução dos caranguejos, publicado em 2004. A busca pelo esclarecimento das estratégias narrativas do escritor traduz-se, por sua vez, na oportunidade para reflexão - mesmo que paralela - acerca das relações entre os acontecimentos sociopolíticos e a literatura brasileira pós-1964.
local.publisher.initialsUFMG

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