Ampliando vozes sobre violência obstétrica: recomendações de advocacy para enfermeira(o) obstetra

dc.creatorMargareth Santos Zanchetta
dc.creatorÉrica Dumont Pena
dc.creatorIvone Evangelista Cabral
dc.creatorAna Luiza de Oliveira Carvalho
dc.creatorAudrey Vidal Pereira
dc.creatorBianca Dargam Gomes Vieira
dc.creatorValdecyr Herdy Alves
dc.creatorIngryd Cunha Ventura Felipe
dc.creatorSepali Guruge
dc.creatorOona St. Amant
dc.creatorEdwaldo Costa
dc.creatorWalterlânia Silva Santos
dc.creatorHaydée Padilla Vda de Escobar
dc.creatorKleyde Ventura de Souza
dc.creatorVanessa Rodrigues Pina
dc.creatorHilary Hwu
dc.creatorHannah Stahl
dc.creatorHannah Argumedo-stenner
dc.creatorJuliet Osei-boateng
dc.creatorRebecca Zimmerman
dc.date.accessioned2023-05-10T23:22:57Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:38:04Z
dc.date.available2023-05-10T23:22:57Z
dc.date.issued2021
dc.description.abstractObjectives: Explore women’s and the general public’s demands to improve the quality of obstetric care. Discuss respondents’ suggestions to improve obstetric care, and propose recommendations for nursing advocacy in matters of obstetric violence. Method: A multi-site online survey (in three cities in Brazil’s southeastern region) hosted by Opinio platform exploring the respondents’ opinions. Data was analyzed by descriptive statistics and thematic analysis. Results: Respondents (n=414) aged 33-37 years (26%), including women (75%) with more than 15 years of schooling, who are married (45%) and with one child (35%), demonstrated a knowledge gap on obstetric violence and women’s rights. Newspapers, radio, and television were cited as the main sources of information. Family support was a suggested strategy to deal with obstetric violence. For the renewed praxis, collective education on obstetric care rights (53.1%) and humanized care (38.2%) were suggested to mobilize professional power to consolidate humanization in care. Central analytical themes included situations faced by women and an idealized context of practice. Conclusion and implications for practice: Discussion in organizations increases humanization and shared governance. Recommendations proposed for advocacy are consistent with the global perspective of women’s health promotion and social leadership.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/2177-9465-EAN-2020-0449
dc.identifier.issn2177-9465
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/53072
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofEscola Anna Nery
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAdvocacia em Saúde
dc.subjectCompetência Profissional
dc.subjectEducação em Enfermagem
dc.subjectPrática Profissional
dc.subjectViolência contra a Mulher
dc.subject.otherAdvocacia em Saúde
dc.subject.otherCompetência Profissional
dc.subject.otherEducação em Enfermagem
dc.subject.otherPrática Profissional
dc.subject.otherViolência contra a Mulher
dc.titleAmpliando vozes sobre violência obstétrica: recomendações de advocacy para enfermeira(o) obstetra
dc.title.alternativeAmplifying voices on obstetric violence: recommendations for advocacy by an obstetric nurse
dc.title.alternativeExpandiendo las voces sobre la violencia obstétrica: recomendaciones para la advocacy por enfermera(o) obstetra
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage13
local.citation.issue5
local.citation.spagee20200449
local.citation.volume25
local.description.resumoObjetivos: explorar as demandas das mulheres, bem como do público em geral, para melhorar a qualidade da assistência obstétrica; discutir as mudanças potenciais sugeridas pelos respondentes para tal prática assistencial. Método: pesquisa multicêntrica realizada por meio da plataforma Opinio, explorando opiniões dos participantes de três cidades da região Sudeste do Brasil. Tratamento dos dados por estatística descritiva e análise temática. Resultados: respondentes (n=414) na faixa etária 33-37 anos (26%), incluindo mulheres (75%) com mais de 15 anos de escolaridade, casadas (45%) e com um filho (35%), revelaram lacuna de conhecimentos sobre a violência obstétrica e os direitos da mulher. Jornal, rádio e televisão são as principais fontes de informação. O enfrentamento da violência obstétrica dar-se-ia por apoio familiar. Para a práxis renovada sugeriu-se a educação coletiva sobre direitos aos cuidados obstétricos (53,1%) e o atendimento humanizado (38,2%) mobilizando o poder profissional para consolidar a humanização. Temas analíticos centrais incluíram situação vivenciada pelas mulheres e contexto idealizado de prática. Conclusão e Implicações para a prática: o debate incrementa a humanização e a governança compartilhada. Recomendações propostas para advocacy coadunam com a perspectiva global da promoção de saúde das mulheres e liderança social.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-2321-9438
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-6266-8901
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-0971-1701
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-8213-9991
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-0800-1959
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local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-8956-5451
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-3826-7806
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-7038-2935
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-1220-6041
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-1522-9516
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-9261-9534
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local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-8671-5063
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-8340-307X
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-8459-2319
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-4183-2949
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-3416-3815
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-4656-7243
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENF - DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM MATERNO INFANTIL E SAÚDE PÚBLICA
local.publisher.departmentENFERMAGEM - ESCOLA DE ENFERMAGEM
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE GINECOLOGIA OBSTETRÍCIA
local.publisher.departmentMEDICINA - FACULDADE DE MEDICINA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/ean/a/dCpZMxm4BHpmb5nFwgwLWDL/?lang=pt

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