Estudo fotográfico da variabilidade fotométrica na região de M42 (ORION)

dc.creatorGustavo Henrique Reis de Araujo Lima
dc.date.accessioned2019-08-10T22:11:37Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:24:55Z
dc.date.available2019-08-10T22:11:37Z
dc.date.issued2003-06-17
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ESCZ-5SJK4D
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEstrelas Formação
dc.subjectOrion (Constelação)
dc.subject.otherOrion
dc.titleEstudo fotográfico da variabilidade fotométrica na região de M42 (ORION)
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Bo Reipurth
local.contributor.advisor1Luiz Paulo Ribeiro Vaz
local.contributor.referee1Joao Francisco Coelho dos Santos Junior
local.contributor.referee1Silvia Helena Paixao Alencar
local.contributor.referee1Paulo Sérgio Soares Guimarães
local.description.resumoA região de M42 em Orion está entre as regiões mais ativas em relação à formação estelar na vizinhança do sistema solar. A uma distância de apenas 450 pc, é uma excelente região para se estudar os processos de formação estelar. Através do estudo de 22 filmes fotográficos dessa região, cobrindo uma área de 5o por 5o, tiradas em intervalos quase regulares em um período de 2,5 anos pelo Telescópio Schmidt de 1m do ESO, em La Silla, Chile, buscamos descobrir estrelas variáveis dentre as estrelas jovens. Os filmes foram digitalizados pela equipe do SuperCOSMOS (o mais preciso scanner científico atualmente) e cada filme foi exposto por 30 minutos. O conhecimento sobre a variabilidade de estrelas jovens de baixa massa está ultrapassado e é baseado em antigas placas fotográficas, as quais eram estudadas pelos chamados comparadores blink e fotômetros Íris. Desenvolvemos um processo para estudar estes dados, identificar possíveis candidatas a estrelas constantes ou variáveis e desenvolvemos alguns programas baseados neste processo. Usamos também alguns programas fornecidos pela equipe do SuperCOSMOS que foram muito úteis na análise dos dados. Após a identificação das estrelas que podem realmente ser consideradas variáveis, estas, serão estudadas mais profundamente, na esperança de se obter novos dados sobre o processo de formação estelar. Neste trabalho, descrevemos o método, os procedimentos envolvidos durante o desenvolvimento e as limitações deste estudo.
local.publisher.initialsUFMG

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