A gente vive é rodando : movimentos quilombolas que educam com os saberes da confluência

dc.creatorFernanda Cristina de Oliveira e Silva
dc.date.accessioned2023-09-05T15:36:16Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:34:47Z
dc.date.available2023-09-05T15:36:16Z
dc.date.issued2020-02-20
dc.description.abstractThis doctoral dissertation proposes to describe knowledge practices between quilombola masters, dialoguing with Nilma Lino's thesis on the Black Movement as a subject of knowledge and an educating agent (2017). I intend to converge with this proposition, describing quilombola experiences marked by movements that have, among its main aspects, the teaching- learning process of coexisting with the diversity as a cause and effect of collective actions. I argue that, different from the image of isolation that the hegemonic common sense insists on suggesting, it is taught and learned to 'live quilombola', moving through different territories. Rotating and crossing borders - physical, ontological, epistemological - as forms of counter-colonization. The quilombolas who work with me on this thesis are practitioner thinkers with whom I have lived since 2011 - when a journey begins between my university career and the communities of terreiros and quilombos. The form of the text is ethnographic and intermittent, alternating passages that show trajectories of Silvio de Siqueira (Mestre Badu, from the Matição quilombo / Jaboticatubas-MG), Mametu Muiande and Makota Kidoiale (Efigênia Maria da Conceição and Cássia Cristina da Silva from Kilombu Manzo Ngunzo Kaiango/BH-MG), Antônio Bispo dos Santos (Nêgo Bispo, from the Saco Curtume quilombo/PI) and Mestre Arnaldo de Lima (Naldinho, from the Custaneira quilombo/PI). The descriptions accompany an effort to conceptualize their experiences as 'wisdoms of circularity' that converge to a 'pedagogy of borders'.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/58458
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subject.otherEducação
dc.subject.otherQuilombos
dc.subject.otherSaberes tradicionais
dc.subject.otherMovimentos quilombolas
dc.subject.otherContra-colonização
dc.titleA gente vive é rodando : movimentos quilombolas que educam com os saberes da confluência
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Edgar Rodrigues Barbosa Neto
local.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6722390835702727
local.contributor.advisor1Ana Maria Rabelo Gomes
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9504461153751227
local.contributor.referee1Luiza Dias Flores
local.contributor.referee1Rodrigo Ednilson de Jesus
local.contributor.referee1Maria Cristina Soares de Gouvea
local.contributor.referee1Marina Guimarães Vieira
local.contributor.referee1Antônio Bispo dos Santos
local.creator.Latteshttps://lattes.cnpq.br/5650269112398250
local.description.resumoEsta tese propõe descrever práticas de conhecimento entre mestres e mestras quilombolas, dialogando com a tese de Nilma Lino sobre o Movimento Negro como sujeito de conhecimento e agente educador (2017). Pretendo confluir com essa proposição, descrevendo experiências quilombolas marcadas por movimentos que têm, dentre seus aspectos principais, o ensino- aprendizagem da convivência com a diversidade como causa e efeito de ações coletivas. Argumento que, diferente da imagem de isolamento que o senso comum hegemônico insiste em sugerir, ensina-se e aprende-se a ‘viver quilombola’, movimentando-se por diversos territórios. Rodando e atravessando fronteiras – físicas, ontológicas, epistemológicas – como formas de contra-colonização. As(os) quilombolas(os) que trabalham comigo nesta tese são pensadoras/res praticantes com quem convivo desde 2011 – quando se inicia um entrançamento entre a minha trajetória na universidade e nas comunidades de terreiros e quilombos. O modo do texto é etnográfico e intermitente, alternando-se passagens das trajetórias de Silvio de Siqueira (Mestre Badu, do quilombo Matição/Jaboticatubas-MG), Mametu Muiande e Makota Kidoiale (Efigênia Maria da Conceição e Cássia Cristina da Silva do kilombu Manzo Ngunzo Kaiango/BH-MG), Antônio Bispo dos Santos (Nêgo Bispo, do quilombo Saco Curtume/PI) e Mestre Arnaldo de Lima (Naldinho, do quilombo Custaneira/PI). As descrições acompanham um esforço em conceituar suas vivências enquanto ‘sabedorias da circularidade’ que confluem para uma ‘pedagogia das fronteiras’.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educação - Conhecimento e Inclusão Social

Arquivos

Pacote original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
Oliveira 2020_ tese _FINAL E REVISADA3.pdf
Tamanho:
1.46 MB
Formato:
Adobe Portable Document Format

Licença do pacote

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
license.txt
Tamanho:
2.07 KB
Formato:
Plain Text
Descrição: