Alfabetização e letramento na educação infantil: análise das concepções das professoras das UMEIs do município de Belo Horizonte

dc.creatorFernanda Cecilia Farias de Avila
dc.date.accessioned2019-08-13T20:34:57Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:00:10Z
dc.date.available2019-08-13T20:34:57Z
dc.date.issued2017-02-28
dc.description.abstractThis research aimed to identify the conceptions of teachers of Municipal Units of Early Childhood Education (UMEIs) in the city of Belo Horizonte on the work with reading and writing, with a focus on initial reading instruction and literacy. As specific objectives, the aims was to identify the profile of the teachers of UMEIs characterize them for their initial training, work experience; recognize the theoretical concepts that underlie the pedagogical practices with regard to working with the written language and analyze teacher´s conception about working with literacy and literacy in kindergarten. The study was based on the theoretical contributions of: Bakhtin (1979.1997), Vygotsky (1934/2010), Soares (1998), Smith (1985), Baptist (2010) and Kramer (2010), who consider the child to be cultural, with specific characteristics, immersed in a strongly determined by the written culture society, interested and able to take ownership of this knowledge of the object. The field research was constituted by application of a questionnaire to teachers who work with children under five years of age in UMEIs three of the nine regional municipality, as follows: Regional East, West and South-Central. We opted for a survey of quantitative methodological approach, the Survey type because interested us know which opinion and which the conceptions expressed by teachers about the teaching and learning of reading and writing among children attending Early Childhood Education institutions. The analyses showed that teachers feel that they are working writing language when proposing activities for the technology of writing learning. However, the teachers recognize the specific terms of literacy and literacy and declare that develop activities in which writing and reading are understood as social practices. The question of whether or not relevant literacy in kindergarten persists, and we believe that this question be given due to the understanding that learning the written language is still predominantly linked to learning writing technology to the detriment of its social use.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-AREJ3P
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectBelo Horizonte Educação
dc.subjectEscrita Estudo e ensino
dc.subjectComunicação escrita
dc.subjectEducação
dc.subjectProfessores alfabetizadores
dc.subjectAlfabetização
dc.subjectEducação de crianças
dc.subject.otherPrática pedagógica
dc.subject.otherAlfabetização e letramento
dc.subject.otherEducação infantil
dc.subject.otherRede Municipal de Ensino de Belo Horizonte
dc.subject.otherLinguagem escrita
dc.titleAlfabetização e letramento na educação infantil: análise das concepções das professoras das UMEIs do município de Belo Horizonte
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Monica Correia Baptista
local.contributor.referee1Vanessa Ferraz Almeida Neves
local.contributor.referee1Livia Maria Fraga Vieira
local.description.resumoEsta pesquisa teve como objetivo identificar as concepções das docentes das Unidades Municipais de Educação Infantil (UMEIs) do município de Belo Horizonte acerca do trabalho com a leitura e a escrita, com foco na alfabetização e letramento. Como objetivos específicos, pretendeu-se identificar o perfil das professoras das UMEIs quanto à sua formação inicial, experiência profissional; reconhecer as concepções teóricas que fundamentam as práticas pedagógicas no que diz respeito ao trabalho com a linguagem escrita e analisar as concepções das professoras acerca do trabalho com alfabetização e letramento na Educação Infantil. O estudo fundamentou-se nas contribuições teóricas de: Bakhtin (1979,1997), Vigotski (1934/2010), Soares (1998), Ferreiro (1985), Baptista (2010) e Kramer (2010), que consideram a criança como ser cultural, com características específicas, imersa em uma sociedade fortemente determinada pela cultura escrita, interessada e capaz de se apropriar desse objeto do conhecimento. A pesquisa de campo constituiu-se por meio da aplicação de um questionário junto às professoras que trabalham com as crianças de cinco anos de idade, nas UMEIs de três das nove regionais do município, sendo elas: Regional Leste, Oeste e Centro-Sul. Optamos por uma pesquisa com enfoque metodológico quantitativo, do tipo Survey, porque interessava-nos conhecer qual a opinião e quais as concepções expressas pelas professoras acerca do ensino e da aprendizagem da leitura e da escrita junto às crianças que frequentam instituições de Educação Infantil. A análise dos dados mostrou que as docentes consideram que estão trabalhando a linguagem escrita quando propõem atividades voltadas para a aprendizagem da tecnologia da escrita. Entretanto, as professoras reconhecem as especificidades dos termos alfabetização e letramento e declaram que desenvolvem atividades em que a escrita e a leitura são compreendidas como práticas sociais. A pergunta sobre se é ou não pertinente alfabetizar na Educação Infantil persiste, e acreditamos que tal pergunta se dê em decorrência do entendimento de que a aprendizagem da linguagem escrita ainda esteja vinculada predominantemente à aprendizagem da tecnologia da escrita em detrimento do seu uso social.
local.publisher.initialsUFMG

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