Zoontologia . mundos animais e limites do humano

dc.creatorMateus Vinícius Barros Uchôa
dc.date.accessioned2023-05-12T16:13:18Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:16:38Z
dc.date.available2023-05-12T16:13:18Z
dc.date.issued2019-04-12
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/53205
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectFilosofia - Teses
dc.subjectAnimais - Teses
dc.subjectEstética - Teses
dc.subject.otherEstudos animais
dc.subject.otherEstética
dc.subject.otherMundo
dc.subject.otherAntropocentrismo
dc.titleZoontologia . mundos animais e limites do humano
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Virginia de Araújo Figueiredo
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/046182119900093
local.contributor.referee1Alice Mara Serra
local.contributor.referee1Maria Ester Maciel de Oliveira Borges
local.contributor.referee1Deborah Danowski
local.contributor.referee1Juliana Fausto de Souza Coutinho
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2220346054859727
local.description.resumoEsta tese tem como objetivo principal apresentar, desde uma perspectiva filosófica, uma investigação sobre a animalidade no contexto de uma crítica da máquina antropocêntrica. Nesse contexto, o mundo circundante do animal, sua aparência, seu instinto, seu olhar, sua capacidade sensorial, sua vida, são privilegiados como autênticos conceitos cuja compreensão requer uma abordagem inter e transdisciplinar da filosofia, contando com elementos de outras disciplinas, como a biologia, a etologia, a antropologia e as artes. O primeiro momento deste trabalho teórico consiste numa reflexão sobre a condição dos animais na filosofia, contrapondo as concepções clássicas às idéias contemporâneas sobre seres não-humanos. Em seguida, realiza-se uma análise dos mundos animais a partir do conceito de Umwelt; a terceira parte dedica-se a examinar a questão da aparência sensível dos animais, no âmbito de uma fanerologia, pontuando a potência dos seus órgãos de aparecer. O quarto momento estabelece uma relação entre as noções de animalidade e dispêndio, enfatizando a manifestação do excesso na vida humana e não-humana, para, finalmente, tratar da crítica ao antropocentrismo. Visando a essa crítica o confinamento, a exploração, o sofrimento e o empobrecimento do animal, mostram-se como importantes conceitos a serem desenvolvidos filosoficamente. Como uma espécie de contraponto à tradição filosófica, este trabalho de pesquisa valorizou muito o já famoso relato da experiência particular de Jacques Derrida com seu gato de estimação. E aceitou o desafio teórico de interrogar o animal como aquele que também é capaz de observar e, mais do que isso, de nos observar. Por último, ainda especulou sobre as experiências de continuidade entre as espécies e examinou como, a partir delas, surge uma potência que oferece a possibilidade de uma política e estética animal.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Filosofia

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