Uso da monensina, salinomicina e nicarbazina no controle da coccidiose em reprodutoras pesadas para a produção de frangos de corte

dc.creatorJosé da Silva Guimarães Junior
dc.date.accessioned2019-08-14T09:52:44Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:00:16Z
dc.date.available2019-08-14T09:52:44Z
dc.date.issued1984-12-03
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-8QKHXW
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCoccidiose Controle
dc.subjectFrango de corte Patologia
dc.subjectCoccidiose em aves
dc.subjectFrango de corte Doenças
dc.subjectCoccidiose em aves Tratamento
dc.subject.otherMedicina Veterinária
dc.titleUso da monensina, salinomicina e nicarbazina no controle da coccidiose em reprodutoras pesadas para a produção de frangos de corte
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Jose Oswaldo Costa
local.contributor.referee1Celina Maria Modena
local.contributor.referee1Egladson Joao Campos
local.description.resumoFoi realizado um experimento com o objetivo de avaliar a eficiência dos anticoccídicos monensina, salinomicina e nicarbazina em diversas dosagens e combinados em programas de controle da coccidiose em matrizes pesadas para a produção de frangos de corte. Foram usados 720 pintos, fêmeas da linhagem Cobb com 1 dia da idade, alojados em um galpão cimentado com "cama" de cepilho de madeira e dividido em 18 boxes. A ração utilizada foi a convencional para cada período etário e os anticoccídicos foram usados em vários programas de controle dacoccidiosc assim descritos: I. Controle; II. Monensina 100 ppm(0-20 semanas); III. Salinomicina 60 ppm (0-20 semanas); IV.Monensina 100 ppm (0-10 semanas), 75 ppm (11-15 semanas) e 50 ppm (16-20 semanas); V. Salinomicina 60 ppm (0-10 semanas), 45 ppm (11-15 semanas) e 30 ppm (16-20 semanas); VI. Monensina100 ppm (0-10 semanas) e Nicarbazina 125 ppm (11-20 semanas). A exposição à coccidiose ocorreu naturalmente durante o período de tratamento com esses anticoccidicos. Uma semana após a interrupção do uso desses medicamentos as aves foram desafiadas, por via oral, com um inoculo misto de 100.000 oocistos contendo E. tenella, E. necatrix, E. acervulina e E. maxima. Um grupo de 5 aves criadas em bateria sem anticoccidicos recebeu 50.000 oocistos, cada uma, do mesmo inóculo; as aves inoculadas apresentaram sintomatologia clínica, mortalidade e lesões, além de exames de laboratório que comprovaram a incidência de coccidiose. As aves criadas no galpão não apresentaram manifestações clínicas ou mortalidade pela coccidiose, embora oocistos tenham sido recolhidos da "cama" de todos os boxes onde estavam alojadas as aves. Esses achados sugerem que os programas usados parecem ter prevenido o aparecimento de surto da doença nas condições em que foi realizado o experimento
local.publisher.initialsUFMG

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